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21-11-2001
Jogo Trade Empires não convence
Scheila
Azevedo
Do Jornal do Commercio
A fórmula
dos games de estratégia não funciona em Trade Empires,
jogo da Eidos Interactive, lançado no Brasil pela Greenleaf.
O game é chato e as possibilidades de crescimento são
restritas a cada fase. O esquema é o mesmo: o jogador começa
pobre e, ao longo da evolução da humanidade, tenta
ficar rico.
O objetivo
é criar um grande império mercantilista. É
preciso ser bom negociante para vender o máximo e controlar
o preço das iguarias, pois a lei da oferta e da procura cabe
muito bem por aqui. É importante estar atento à evolução
da humanidade, pois novas tecnologias podem cortar custos tornando
a mercadoria mais competitiva.
São
quatro mil anos divididos em 15 episódios que se passam na
China Antiga, Ásia Central e Mediterrâneo até
África, Europa e Atlântico. O nível de dificuldade
aumenta ao longo do jogo e dependendo da civilização.
Crescer durante o Império Romano é bem mais difícil
que enfrentar as guerras persas.
Os
gráficos não trazem nada de novo. São mapas,
com boa resolução gráfica visualizados de cima.
O cenário varia pouco: são casinhas e
bonequinhos rodeados por vegetação. O
som também não traz novidade, até mesmo porque
não é uma das características mais marcantes
dos jogos de estratégia. Um jogo fraco, que perde o lugar
para os concorrentes.
SORTEIO
Para concorrer ao game, mande um e-mail para info@jc.com.br
dizendo se você gosta de arte digital. Coloque nome, idade,
profissão, endereço e telefone.
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