24-08-2000
Você acredita no poder do e-mail?

Um pedaço de informação aleatório no eu mailbox hoje: “A Web é a cara da Internet, o e-mail é a voz”. Não me perguntem o autor, bytes são voláteis. O que realmente interessa é a verdade que a frase traz. E o impacto.

Uso e-mail faz nove anos (Antes da Web?). Sim, antes da Web. O e-mail é uma invenção de quase 40 anos, assim como a Internet. A Web provocou a explosão do e-mail como meio de comunicação de massa de duas vias. O Hotmail fez o resto.

Pense bem: Você ainda abre aquelas correspondências de editora oferecendo revistas? E as do cartão de crédito? E as do restaurante em que você (estupidamente) deixou seu endereço?

Agora outra pergunta: Você abriria um e-mail cujo subject fosse: “Receba grátis o novo sabor dos chocolates Zuck”?

O e-mail vicia. Abrir um e-mail nos dá prazer. A barrinha chegando ao final do download das mensagens nos deixa ligeiramente ansiosos. ‘You have new mail’ é um pequeno êxtase. Que melhor veículo para anunciar?

Opt-in

Os americanos criaram o conceito de opção. Optar por receber notícias. Optar por receber os últimos lançamentos da Zuck. Optar por receber pacotes aéreos promocionais. Tudo por e-mail.

Centenas de empresas surgiram lá para explorar o poder do e-mail. Elas coletam opt-in e-mails, criam uma campanha, enviam e produzem um relatório com os resultados. Depois repetem o processo.

Você acredita?

Estou escrevendo isto porque também sou sócio de uma das primeiras empresas de e-mail marketing do país: a No-Alvo.com. Mas também porque aprendi um pouco do assunto e achei interessante expô-lo aqui.

Quando vendia CD-ROMs, usei bastante divulgação por e-mail, e me chamou a atenção como nossas campanhas resultavam. Por isso, criei a No-Alvo. Porque passei a acreditar no poder do e-mail.

Opt-in você também e venda mais.

*Jairson Vitorino é sócio-fundador da Mundiweb, do Diga-me.com e da No-alvo.com, que pertencem ao grupo Mundi S.A.

 

Coluna atualizada às sextas