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07-11-2001
Uma idéia e um estande

Quando
se fala em Infonordeste, vem logo à mente a feira de Informática.
Mas o evento que começou ontem e segue até sábado
é mais do que isso. Este ano, especialmente, tem um congresso
com temas atuais e pertinentes, debatidos por gente de empresas
como Consist, Conectiva, Oracle e universidades daqui, do Sudeste
e do Sul. É só olhar a programação para
saber que houve uma atenção especial no que muita
gente chama de blablablá da Infonordeste. Ponto
para os organizadores.
A feira,
no entanto, está pequena (ou zipada, como disse
o colunista do JC OnLine, Abu Zadim, no ano passado). Pelo menos
aos olhos de quem a freqüenta há mais de três
anos. O tamanho é praticamente o mesmo do ano passado, mas
o número de empresas é menor. Os estandes cresceram,
a quantidade de participantes, não.
Tem
muito empresário que culpa a instabilidade política
e econômica mundial para explicar a cautela de frear os investimentos.
O próprio presidente da Sucesu (organizadora da Infonordeste),
João Côrte, e o coordenador da feira, Pedro Reinaux
(da P2), avaliam que a guerra contra o terror atrapalhou.
Mesmo
com as limitações, a Infonordeste continua sendo a
principal vitrine do setor em Pernambuco e uma oportunidade de consolidação
do Pólo de Informática como mercado. Basta ver a nova
seção Oportunidades.com, com pequenos empresários
virtuais. A tradição local do setor é ter uma
idéia na cabeça e um mouse na mão, mesmo sem
incentivo. Ou como diz uma das matérias desta edição:
uma idéia na cabeça e um estande na Infonordeste.
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