|
19-09-2001
E-mail, e-mail meu

Desculpem-me
os avessos à tecnologia, mas e-mail é fundamental.
Milhões de internautas não imaginam suas vidas sem
mandar mensagens, imagens digitalizadas, cartões virtuais,
etc, etc. A gente checa o e-mail constantemente, às vezes
obsessivamente, inconformados de não ter uma nova mensagem
sequer. Nem tirar uma folga sem consultar se há novos e-mails
a gente consegue mais!
De
e-mail em e-mail, o tráfego de mensagem eletrônicas
está previsto para chegar a 36 bilhões em 2005. Por
dia! A previsão é do instituto de pesquisas International
Data Corporation, o nosso conhecido IDC. A quantidade de contas
de e-mail deve passar de 505 milhões no ano passado para
1,2 bilhão em 2005.
Os
culpados do crescimento serão os serviços
de Internet, o acesso sem fio e as pessoas que ainda não
têm e-mail. Ou seja, mais gente estará conectada, sim,
mas também mais gente estará online mesmo em trânsito.
A taxa anual de crescimento pode passar dos 130%. E quem disse que
a Internet estava em crise?
A dependência
do correio eletrônico é tanta que cria aberrações
como amigos se comunicando mais pelo e-mail do que pelo telefone.
Ou achar mais prático mandar uma mensagem pro colega que
está na sala do que levantar e ir até ele. A dica
nesses dias de terror é: mais comunicação e
menos conflito. Paz a todos!
PS.
A partir da próxima edição, o editor deste
caderno e gerente executivo do JC OnLine, Gilvandro Filho,
volta a assumir a coluna de Informática do JC. Mas
só por algumas semanas, enquanto durarem as minhas férias.
Estarei longe do trabalho, sim, mas nunca da caixa de e-mail! ;)
|