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06-02-2002
Mãos à obra

As ações do Porto Digital vão ficar mais ‘visíveis’ este ano. Em julho, ficam prontos os prédios do Cesar e da Incubadora Apolo. Em outubro, os prédios da Secretaria de Ciência e Tecnologia e de uma das âncoras do Porto Digital, o ITBC.

Assim, mesmo quem vê a iniciativa com cautela tem motivo para dar um voto de confiança. Afinal, o projeto põe em prática a fase dois: deixa de fazer apenas obras estruturais e aposta fortemente na valorização e no crescimento de sua base de empresas. O fato de não ter um produto ‘palpável’ era uma das principais críticas que recebia.

Serão incubadas 10 empresas, capacitados 80 empreendedores, captados recursos internacionais para pelo menos quatro empresas e instaladas mais de 50 novas operações. Para isso, o investimento em economia passa de R$ 600 mil para R$ 1,13 milhão. O Conselho de Administração do Porto Digital já avaliou e aprovou o orçamento. Agora é mãos à obra.

Mãos à obra principalmente para consolidar os conceitos de comunidade e condomínio, que deverão ser as principais marcas do Porto. “Concentraremos esforços em serviços de suporte às empresas que já aderiram ao projeto e às que estão chegando”, diz o presidente, Fábio Silva. Até agora, 26 empresas já se mudaram para o Bairro do Recife, sede do Porto Digital, como algumas unidade do Cesar, Oracle, InForma e Cartello.

É chegada a hora de sentir que o Porto Digital realmente existe. E nós estamos aí para fiscalizar.

 

 

Coluna atualizada às quartas