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01-11-2000
Spam,
aquela praga
Existem
poucas coisas tão irritantes quanto um spam. É aquela
mensagem indesejada cujo volume entope a caixa postal do cristão
e cujo conteúdo você não pediu para receber,
não lhe interessa, lhe aborrece e faz com que você
amaldiçoe a palavra e-mail. Trata-se de uma praga democrática,
que atinge a todos os usuários, bastando apenas que o spammer
descubra o seu endereço eletrônico. Para isto contribuem
certos sites que usam indevidamente as informações
que você, em absoluta confiança, repassa para fazer
o cadastro e se habilitar a promoções. São
mensagens comerciais as mais variadas, correntes, além de
uns chatos que mandam pra gente todo o tipo de bobagem aliás,
aqui no Recife tem um time respeitável.
Na
semana passada, o spam foi o foco de uma discusão envolvendo
o iG e o Movimento Antispam Brasileiro. O iG foi incluído
em uma lista negra de spammers e retaliou conseguindo, graças
ao prestígio de um dos seus diretores membro do Comitê
Gestor congelar o domínio do MAS na Fapesp, entidade
que regula os registros da Internet no Brasil. A própria
pendenga dos dois acabou gerando e-mails pra cima e pra baixo, numa
discussão que envolveu entidades e imprensa.
Pelo
visto, a maré ficou calma, com as duas partes chegando a
um consenso. Bom para todo mundo, já que o Movimento Antispam
é necessário e, ainda por cima, voluntário.
Qualquer ação organizada contra essa infelicidade
virtual deve ser apoiada.
O ideal
é dar um retorno (reply) do e-mail e pedir para que retire
o seu nome da lista. Não tendo sucesso, o negócio
é banir o destinatário de seu correio eletrônico.
Existem alguns softwares antispam disponíveis no mercado.
Para quem utiliza o Outlook Express, da Microsoft, fica aí
uma dica: dê um só clique na mensagem do spammer; depois
vá na barra de ferramentas, no item Mensagens e escolha Bloquear
Remetente. Pronto. Desse, você está livre.
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