Galo da Madrugada - Começou em
1978 com apenas 75 foliões. Hoje arrasta mais de
1,5 milhão de pessoas, pelas principais ruas do
centro do Recife e abre oficial o carnaval
recifense, na manhã do sábado de Zé Pereira.
É o maior bloco carnavalesco do mundo, título
que o fez entrar para o Guiness Book, em 1996.
Por tradição, a concentração do Galo começa
às 5h30, na Rua Padre Floriano, bairro de Santo
Antônio.
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Homem da Meia Noite - Começou
como troça em 1932 e foi o primeiro boneco
gigante, com mais de três metros de altura, a
desfilar no carnaval de Olinda. É responsável
pela abertura oficial da folia na Marim dos
Caetés, no sábado, saindo à meia noite de sua
sede, no Largo do Bonsucesso.

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Bloco da Parceria - Abre a semana
pré-carnavalesca no Recife, no domingo,
desfilando pelos mais de 2 quilômetros da
avenida Boa Viagem. Começou em 1992, apenas com
a participação de funcionários e fornecedores
do grupo Bompreço. Hoje, arrasta uma multidão
somente superada pelo Galo da Madrugada.
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Virgens do Bairro Novo - Surgiu
há 45 anos, reunindo rapazes da sociedade
olindense vestidos de mulher. Hoje, as
"virgens" são a abertura da semana
pré-carnavalesca em Olinda, no domingo. Sai às
10hs, da Praça 12 de Março, no Bairro Novo.
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Balança Rolha - Nasceu da
iniciativa de um grupo de amigos, em 1973. Criado
à imagem e semelhança dos blocos do carnaval
baiano, o Balança conseguiu se firmar como um
dos principais eventos do carnaval de Boa Viagem,
que acontece apenas na semana pré-carnavalesca.

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Siri na Lata - Fundado há 22
anos por jornalistas, artistas e intelectuais, o
bloco adora provocar polêmica e provocações.
Criado em protesto ao carnaval oficial, prega a
desorganização e seu lema é a "Gréia
Geral". Este ano, o bloco quebra a
tradição e troca Olinda pelo Recife. Sai no
domingo, às 14h, em frente ao Bar Royal (Rua
Mariz de Barros), no Recife Antigo.
www.siri.org.br
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Bloco da Saudade - Fundado em
1973 para resgatar os blocos do passado, teve sua
primeira apresentação no ano seguinte,
espalhando romantismo e beleza no carnaval de
Recife e Olinda. As cores oficiais da
agremiação são o azul e o encarnado,
harmonizando com o branco, o dourado e o
prateado.
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Elefante x Pitombeiras - A
briga entre as duas mais tradicionais troças do
carnaval de Olinda é antiga e já chegou a
procovar brigas e até mortes. Hoje, Elefante de
Olinda (fundada em 1952) e Pitombeira dos Quatro
Cantos (criada em 1941) fazem de seus desfiles um
ato de união entre todos os olindenses. Ambas
saem todos os dias de carnaval, pelas ladeiras da
Cidade Alta. Na terça-feira, a concentração é
no Bairro Novo. Elefante Pitombeira
Elefante de
Olinda______________________
Pitombeira
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Bacalhau do Batata - Troça
fundada em 1965 pelo garçom Isaías Ferreira da
Silva, congregava, originariamente, aqueles que
passavam o carnaval trabalhando. Encerra
oficialmente a folia, na quarta-feira de cinzas,
saindo do Alto da Sé, em Olinda, pela manhã,
depois de distribuir batidas de coco e maracujá
para levantar o ânimo dos foliões.
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Noite dos Tambores Silenciosos
É a reunião dos Maracatus de
Tradição de Baque Virado ou Nação, em frente
a Igreja do Pátio do Terço, no bairro de São
José. A meia noite, da segunda-feira de
carnaval, a um sinal os tambores param, o
silêncio por si só já reverencia o momento em
memória aos negros falecidos durante a
escravidão. E, de repente, se ouve uma voz
lamuriosa tirar loas em louvor a rainha dos
negros Nossa Senhora do Rosário. Em meio ao
contagiante movimento das místicas figuras, o
povo vai envolvendo-se nos passos marcados pelos
tambores a atabaques. Esta tradição data mais
de três séculos, tem em nossos dias o calor e
as cores vivas de outrora. A origem desse ritual
se encontra encravado nos idos do período
colonial. Distante da terra natal, os negros
pediam a proteção de Nossa Senhora na tentativa
desesperada de amenizar as dores do cativeiro
cruel. A cerimônia ritualística da Noite dos
Tambores Silenciosos foi criada na década de 60
pelo jornalista Paulo Viana.
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