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O Horóscopo
Júlio César Serafim
Tarólogo e Astrólogo




Em meados do século passado, o homem compreendeu que toda a matéria é composta de energia - ou seja, luz condensada - e que numa ínfima partícula, como uma molécula de hidrogênio, existe energia suficiente para destruir uma cidade.

A luz, paradoxalmente, tem uma particularidade peculiar: ela é ao mesmo tempo sólida (matéria) e onda vibratória. Não é, pois, de estranhar, que todos os sentidos humanos ou dos demais animais existam para detectar uma determinada freqüência vibratória (energia) no ambiente. Ou seja, os sentidos servem para perceber faixas "limitadas" de vibração no ambiente que nos circunda.

Se não, vejamos:

C
ada molécula e cada elemento têm um determinado padrão de vibração. Na matéria mais densa, essa vibração é quase imperceptível, por isso precisamos tocar para sentir.

Mas toda matéria emite energia (luz, detectada pelo nosso sentido de visão, que a percebe numa pequena faixa do espectro que vai dos raios cósmicos, raios x, ultravioleta, a nossa pequena faixa de luz visível, infravermelho, microondas, radio e tv, etc).

O paladar consegue detectar a vibração de uma molécula de gosto amargo em cada 2 milhões de moléculas; do azedo, na proporção de uma em 130.000; do sal, em uma para 400 e do açúcar, de uma para 200 moléculas.

Cada pessoa tem 25 milhões de receptores olfativos e basta 10 moléculas de um determinado odor para disparar a sensação do cheiro.

O ouvido detém dois sentidos: o do equilíbrio (que funciona como estabilizador do ser com a gravidade do planeta) e o de detectar um movimento mais amplo de partículas no ambiente. Este é o que chamamos de som (sentido também limitado a uma determinada vibração ou freqüência, de 200 a 7.000 hertz).

Temos mais dois sentidos não muito explorados mas importantíssimos no dia-a-dia de cada um: a sensação, que é a percepção do conjunto de vibração do ambiente que nos circunda, inclusive a vibração dos outros seres humanos, e a intuição que é a interação de sua vibração com a vibração do todo.

Somos portanto seres vibratórios e para interagirmos com o ambiente precisamos emitir e sentir as vibrações deste ambiente. E o que tudo isto tem a ver com Astrologia?

Todo o universo é um imenso campo vibratório em constante modificação e interação. Como em qualquer ciência, o que o astrólogo faz é medir ou gravar o potencial vibratório de um determinado momento ou evento e estudar as conseqüências nos momentos seguintes. É como jogar uma pedra num lago e estudar a freqüência de suas ondas a partir da queda da pedra, seus movimentos, tempo de duração visível em relação as vibrações já existentes no lago, etc.

É claro que partimos de uma amostragem limitada do universo, 12 constelações, o Sol a Lua, os planetas e algumas estrelas (escolhidas arbitrariamente através dos tempos). É nesta pequena amostragem que astrônomos e físicos se apegam para diminuir a importância desta ciência, esquecendo eles, que ainda não conhecem nem 1% do universo e que a matéria, a qual o físico estuda, representa apenas 1% da matéria real do universo e que o restante permanece num grande mistério, e mesmo assim a partir desse um por cento criam suas leis e teorias (ver o Universo numa Casca de Noz, Stephen Hawking).

 

 



 


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