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O
Horóscopo
Em meados do século passado, o homem compreendeu que toda
a matéria é composta de energia - ou seja, luz condensada
- e que numa ínfima partícula, como uma molécula
de hidrogênio, existe energia suficiente para destruir uma
cidade.
A luz, paradoxalmente, tem uma particularidade peculiar: ela é
ao mesmo tempo sólida (matéria) e onda vibratória.
Não é, pois, de estranhar, que todos os sentidos humanos
ou dos demais animais existam para detectar uma determinada freqüência
vibratória (energia) no ambiente. Ou seja, os sentidos servem
para perceber faixas "limitadas" de vibração
no ambiente que nos circunda.
Se não, vejamos:
Cada
molécula e cada elemento têm um determinado padrão
de vibração. Na matéria mais densa, essa vibração
é quase imperceptível, por isso precisamos tocar para
sentir.
Mas toda matéria emite energia (luz, detectada pelo nosso
sentido de visão, que a percebe numa pequena faixa do espectro
que vai dos raios cósmicos, raios x, ultravioleta, a nossa
pequena faixa de luz visível, infravermelho, microondas,
radio e tv, etc).
O paladar consegue detectar a vibração de uma molécula
de gosto amargo em cada 2 milhões de moléculas; do
azedo, na proporção de uma em 130.000; do sal, em
uma para 400 e do açúcar, de uma para 200 moléculas.
Cada pessoa tem 25 milhões de receptores olfativos e basta
10 moléculas de um determinado odor para disparar a sensação
do cheiro.
O ouvido detém dois sentidos: o do equilíbrio (que
funciona como estabilizador do ser com a gravidade do planeta) e
o de detectar um movimento mais amplo de partículas no ambiente.
Este é o que chamamos de som (sentido também limitado
a uma determinada vibração ou freqüência,
de 200 a 7.000 hertz).
Temos mais dois sentidos não muito explorados mas importantíssimos
no dia-a-dia de cada um: a sensação, que é
a percepção do conjunto de vibração
do ambiente que nos circunda, inclusive a vibração
dos outros seres humanos, e a intuição que
é a interação de sua vibração
com a vibração do todo.
Somos
portanto seres vibratórios e para interagirmos com o ambiente
precisamos emitir e sentir as vibrações deste ambiente.
E o que tudo isto tem a ver com Astrologia?
Todo
o universo é um imenso campo vibratório em constante
modificação e interação. Como em qualquer
ciência, o que o astrólogo faz é medir ou gravar
o potencial vibratório de um determinado momento ou evento
e estudar as conseqüências nos momentos seguintes. É
como jogar uma pedra num lago e estudar a freqüência
de suas ondas a partir da queda da pedra, seus movimentos, tempo
de duração visível em relação
as vibrações já existentes no lago, etc.
É
claro que partimos de uma amostragem limitada do universo, 12 constelações,
o Sol a Lua, os planetas e algumas estrelas (escolhidas arbitrariamente
através dos tempos). É nesta pequena amostragem que
astrônomos e físicos se apegam para diminuir a importância
desta ciência, esquecendo eles, que ainda não conhecem
nem 1% do universo e que a matéria, a qual o físico
estuda, representa apenas 1% da matéria real do universo
e que o restante permanece num grande mistério, e mesmo assim
a partir desse um por cento criam suas leis e teorias (ver o Universo
numa Casca de Noz, Stephen Hawking).
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