- Rita Maria Mosquera
- “Sou deficiente auditiva, já pensei varias vezes em voltar a estudar, acabei o colegial depois de muito custo, mas nào sei onde poderia ir, pois meu problema é delicado (de descriminação, escuto mais não entendo), tenho uma perda auditiva de 40%. Já pensei varias vezes em fazer faculdade ou algum curso tecnico, mais só em pensar na dificuldade que tenho... Acabo desistindo. Aonde poderia ir para orientar-me? Um abraço Rita Maria.”
- Vagner
- “Oi. Eu sou Vagner de Douradina-PR.... Eu também sou deficiente fisico e quero dizer que é muito legal o apoio dado a pessoas deficientes.... Eu já trabalho aqui na minha cidade... Eu tenho um sonho e sempre luto por ele... E espero que cada um de vcs tambem não desistam dos seus sonhos.... Um abraço a todos... Vagner.”
- Maria da Conceição Silva Santos
- “Desde 1995 trabalho com PNE .Fiz vários cursos, começando por uma equipe de Cuba, médicos, fonoaudiólogos, professores .. Desde então não parei.Sei libras -intérpretes. Atualmente tenho 10 crianças DM. Adoro meu trabalho, sou professora e foi nessa sala que comecei a gostar, me apaixonar pela minha profissão. Gostaria muito de fazer Mestrado nessa área. Estou esperando uma oportunidade de ter Mestrado nessa área nas Universidades.”
- Associação Guatá - Cultura em Movimento
- “A Guatá é uma entidade sem fins lucrativos que promove a cultura na tríplice fronteira, mais especificamente, em Foz do Iguaçu - PR. Preocupamo-nos em valorizar a diversidade cultural em toda a sua plenitude. Foi com esse compromisso que apoiamos o desenvolvimento de uma oficina de imagens e cidadania, com duração de um ano, idealizada pela fotojornalista Áurea Cunha. Este trabalho resultou na mostra ‘Outros Olhares - a expressão fotográfica dos cegos’. Reunindo mais de 40 fotos (formato 30 x 40), todas legendadas em tinta e em braile, a mostra traduz o cotidiano dos autores. Gostaríamos que conhecessem um pouco do resultado. Para isso, fazemos o convite para que visitem o endereço eletrônico http://www.guata.com.br/exposicao/OutrosOlhares.htm
Nele, reproduzimos algumas das fotos de autoria de oito deficientes visuais que participaram da oficina ministrada pela fotojornalista Áurea Cunha. Caso seja de interesse desse conceituado jornal, temos os contatos pessoais de cada um dos expositores e da curadora da mostra. Ficamos à disposição para sanar qualquer dúvida. Gratos pela atençào, Silvio Campana Guatá - Cultura em Movimento.”
- Gisely Rodrigues
- “Boa tarde. Sou deficiente física e meu problema é no polegar da mão direita. Ele não tem movimento e nem força. Sou enquadrada na CID Q.68.1 e Q.69.1 Trabalho em uma empresa como deficiente física e não tenho nehum problema, acho que este assunto deveria ser mais comentado. Muitas pessoas portadoras de necessidades especiais mal sabem que as empresas precisam empregar este tipo de pessoas, falta pessoas portadoras da CID no mercado. Só fui descobrir que sou deficiente física aos 18 anos quando fui tirar a habilitação e o médico não me aprovou nos exames alegando q eu não tinha força e movimento no polegar. Att, Gisely Rodigues.”
- Paulo Alexandre Ramos Alves
- “Gostaria de saber se já existem grupos de voluntários que se dispõem a auxiliar deficientes fisicos e cadeirantes a se deslocarem. Se já existe, gostaria de saber como entrar em contato. Como disponho de algum tempo durante a semana seja pela manhã ou tarde, dependendo do dia, me disponho a colaborar com aqueles que precisarem de alguma ajuda nesse sentido. As minhas despesas correm por minha conta. Aguardo contatos!”
- Gilberto Rodrigues
- “Boa tarde. Gostei muito do especial que vcs prepararam para todos a respeito das pessoas portadoras de deficiência fisica. Sou deficiente desde os dois anos de idade. Tive poliomielite, o que me deixou com sequelas nos membros inferiores, porém levo uma vida normal. Sou casado e tenho um lindo filho, mas a vida sem dúvida nenhuma poderia ser melhor não fosse essas enormes dificudades que enfrentamos no nosso dia-a-dia. Porém a maior delas ainda é a tal da discriminação, pois onde vamos sempre estamos esbarrando nela, seja para uma vaga de trabalho, para uma escola e até mesmo nos estacionamentos, onde as vagas reservadas são simplesmente ignoradas. Outro dia uma pessoa me disse ao ser questionada se precisava daquela vaga, que tinha problema no dedinho, virou as costas e foi embora. Com certeza é um tremendo tapa na cara. Bom espero que vcs dos orgãos de comunicação possam nos ajudar, pois é muito difícil lutar sozinho.Obrigado.Gilberto.SP.”
- Clara
- “Boa tarde, muito interessante os assuntos abordados e muito mais me despertou , devido ser namorada de uma pessoa com deficiencia fisica. Gostaria de solicitar a vocês que quando souberem de vagas para trabalho em São Paulo me informassem, pois devido este problema, ela está passando por uma situação muito dificil. Conto com vocês. Obrigada. Clara.”
- Neusa Baiz
- “Oi! Sou deficiente fisica e trabalho como professora desde 2001. Nunca tive problemas... mas estou sentindo na pele o preconceito de algumas mães de alunos que não querem que seus filhos sejam instruídos por uma ‘incapaz’ - é o que dizem.”
- Claudio Rogerio Beggi
- “Parabéns pelas reportagens, pois sou deficiente fisico e fico contente em saber que o JC ONLINE se preocupa com os deficientes. Na minha opinião deveria ser um problema do governo, criando empregos, nas Câmeras Municipais, nas Assembléias Legislativas, nas Secretarias,etc. Na verdade ainda existe muito nepotismo nestes setores. Aqui na minha cidade, na Camera Municipal, num certo Gabinete de um vereador, trabalha só parentes dele, esposa fantasma, primos, e sobrinhos dele.”
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