Série de Reportagens
Fale claramente e em tom normal. Chame sua atenção, seja sinalizando com a mão ou tocando em seu braço. Se encontrar dificuldade para entender o que ele está dizendo, peça que repita ou escreva. Nunca o chame de "mudinho", porque ele tem apenas uma deficiência auditiva.
Não segure e nem toque na cadeira de rodas e nunca a movimente sem pedir permissão. Quando saírem juntos, esteja atento às barreiras arquitetônicas. Se estiver com um deficiente físico, acompanhe o seu passo e tome os cuidados necessários para que não tropece. Nunca estacione em lugares reservados.
Ofereça ajuda sempre que necessário. Na hora de guiar um deficiente visual, deixe que ele segure o seu braço e não o contrário. Quando encontrar degraus, meio-fios e outros obstáculos, oriente-o. Em lugares muito estreitos para duas pessoas caminharem, coloque seu braço para trás para que ele possa lhe seguir.
Enquanto for criança, trate-o como criança. Quando for adulto ou adolescente, trate-o como tal. Cumprimente o deficiente mental normalmente. Seja natural, evite a superproteção. Ele deve fazer sozinho tudo o que puder. Lembre-se: a deficiência mental não é uma doença. Nunca use a expressão "doentinho".
Com notável desempenho e elevada potencialidade em um ou mais aspectos como criação, capacidade intelectual e talento para as artes, os superdotados precisam, sobretudo, ter sua alta habilidade compreendida no convívio cotidiano.
Copyright © 2007 JC ONLINE | Sistema Jornal do Commercio de Comunicação