Crescimento profissional, intercâmbio cultural e salários atrativos são os principais motivos que levam produtores de games recifenses a deixarem seus lares e aceitarem convites de grandes empresas do exterior. O JC Online conversou com cinco pernambucanos que atuam em países como Espanha e Finlândia. Aqui, eles contam o que é necessário para conquistar uma vaga no mercado de trabalho internacional e narram os bastidores do dia a dia em uma agência. A maioria vislumbra nesse cenário a possibilidade de ganhar o mundo desenhando ou produzindo jogos que vão estar nas mãos de fãs de todos os continentes. Mas há quem aposte que o Recife não deixa nada a desejar para os maiores estúdios do mundo.
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Camilla Avellar, 24 anos
Formada em design na UFPE
Game designer na Digital Chocolate - Espanha
O despertar pro game
Gostava bastante de jogar, mas, em geral, só o que chegava a mim era através dos meus irmãos e primos - alguns jogos de Master System, Mega Drive, Super Nintendo, adventures de computador. Não costumava correr atrás de coisas novas até o maravilhoso advento da internet e dos emuladores, aos 12 anos. A partir daí, realmente comecei a jogar muita coisa diferente e me interessar cada vez mais, passando horas e horas na frente do computador.
A vontade de trabalhar
Ela sempre esteve escondida em algum lugar, mas eu não tinha idéia do que era necessário aprender pra poder fazer jogo. Hoje, com a internet tão difundida, as pessoas têm muito mais acesso a esse tipo de informação. Por sorte, conheci alguém que trabalhava com jogos e aprendi algo sobre isso.
Como aconteceu
Foi no começo de 2005, quando eu tinha 19 anos. Entrei como estagiária de Arte na Jynx Playware, indicada por uma amiga que já estagiava lá. Em menos de um ano, eu tinha passado pra game designer, que é com que eu trabalho até hoje.

Rollercoaster Revolution 99 Tracks
está no currículo de Camilla