Editorial

Por Moema Luna

Durante um mês, Amanda Tavares, Ângela De Santis e Haymone Neto entrevistaram os primeiros lugares de todos os segmentos pesquisados pelo Instituto Harrop para o 11º JC Recall de Marcas e analisaram cada um desses mercados. Enquanto isso, além do trabalho de planejamento, César Mafra, Cláudia Santos, Erika Simona, Tom Cabral e eu pensávamos como seria a capa. Até o momento em que apresentei o título ao grupo: O povo manda lembrança. A referência ao consumidor nos abria a possibilidade de humanizar a estatística e mostrar a cara de quem estava incógnito, personificar o mercado de consumo. Fizemos um brainstorm. Tom deu a idéia de mostrar pessoas fazendo um gesto de aprovação, de simpatia, de lembrança. Fechou. Estúdio de fotografia ao ar livre, com César e Erika na produção, nos parques, mercados e calçadas. Coube a César montar o mosaico conceitual que resumiu bem a lógica do Recall de Marcas. O consumidor reconhece o valor das marcas e, seja lá de que forma, elas vão parar em suas prateleiras mentais, algumas acabam conquistando um lugar prime. A menos que o produto tenha marcado negativamente, a lógica leva a crer que o alto recall indique aprovação, aumento nas possibilidades de consumo. Essa condição de prestígio tem mais visibilidade quando se é certificado por isso, como no 11º Recall de Marcas. E aqui também cabe uma homenagem ao consumidor, representado na capa por seu Augusto, Ely, Isnard, Nice, Ericka, Geibson, Luiz, Josenildo, Edmar, Carlos Alberto, Manoel, Ulisses, Keila, Alysson, Fernanda, Aspásia, Pâmella, Wellington, José, Roberto, Diego e Maria Carolina,

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