
Natal e Réveillon, borbulhas de felicidade. O espumante é a bebida oficial das festas de fim de ano em qualquer latitude. Embora a tradição seja servi-la direto na taça em forma de tulipa, a flûte, numa temperatura adequada (ao contrário do que muitos pensam, não deve ser estupidamente gelada, o ideal seria algo em torno dos 8 graus), a versatilidade também é sua marca registrada. Usá-la no preparo de coquetéis é uma alternativa chique e divertida para receber convidados, mas não basta ir misturando ingredientes indiscriminadamente. Preparar coquetéis é uma arte que exige alguns conhecimentos técnicos e muita sensibidade de olfato e paladar. O nome coquetel deriva da palavra inglesa cocktail, ou cauda de pavão, numa referência explícita à miríade de cores que compõem ambos. Como deinição de um tipo de bebida aparece pela primeira vez em 1806, em Nova Iorque, na publicação “Balance and Columbian Repository”. Os coquetéis se popularizaram bastante durante a Lei Seca nos Estados Unidos. Na época, os destilados fabricados clandestinamente tinham, muitas vezes, um sabor desagradável, por isso, os demais componentes serviam para disfarçá-lo. A Sabor JC convidou o barman Gustavo Eckhardt, do Raval Bistrô, para dar algumas receitas de coquetéis que têm como base o espumante.
Raval Bistrô
Rua do Cupim ,166, Graças, fone: 3222- 4677. Site: www.ravalbistrot.com.br
De segunda a sábado das 19h a 0h30. Sábado abre também para almoço, das 12h às 17h e domingo abre apenas para almoço. Aceita Diners, Master e Visa.
