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Universidades federais vão contratar 6.000 neste semestre
Já está
autorizado um concurso com 6.000 vagas para trabalhar nas universidades
federais, ligadas ao Ministério da Educação.
A expectativa é que os processos seletivos sejam realizados
ainda neste semestre. As vagas estarão distribuídas
entre mais de 25 universidades e fundações federais.
Leia
mais:
Um
plano para quem quer ensinar
Ferramenta para
formação de professores. Assim deverá funcionar
o Programa de Financiamento Estudantil (FIES) do Ministério
da Educação (MEC). Serão 40 mil vagas destinadas
a alunos de cursos de licenciatura, estudantes de escolas públicas
e professores que buscam graduação em outras áreas.
Com isso, o MEC quer acabar com a defasagem de professores na rede
pública.
Leia
mais:
Um plano para quem quer ensinar
Ferramenta para
formação de professores. Assim deverá funcionar
o Programa de Financiamento Estudantil (FIES) do Ministério
da Educação (MEC) a partir do próximo processo
de seleção, que começa em março. Serão
40 mil vagas destinadas, principalmente, a alunos de cursos de licenciatura,
estudantes de escolas públicas e professores que buscam graduação
em outras áreas.
O MEC quer,
com isso, acabar com a defasagem de professores na rede pública.
Estudantes de outros cursos também poderão concorrer
ao FIES, mas não são prioridade para o governo.
Além
das alterações imediatas nas estrutura do financiamento,
o MEC estuda, para o ano que vem, mudanças básicas
para aumentar o número de estudantes beneficiados. Uma delas
é acrescentar novos tributos à lista de impostos dedutíveis
das universidades que oferecerem o FIES.
Hoje, o dinheiro
que as instituições privadas de ensino deixam de receber
dos alunos que têm financiamento é debitado do INSS
que elas devem pagar ao governo. A idéia do MEC é
usar outros impostos federais, como o FGTS e a CPMF, no programa.
Ou seja, a universidade abriria mais vagas para o FIES e descontaria
de outros impostos a verba financiada.
Ao contrário
do Crédito Educativo, que ajudou estudantes carentes e faliu
porque 70% dos beneficiados não restituíram os empréstimos
aos cofres do governo, o financiamento não é acessível
a todos. Os beneficiados devem dar garantias de que poderão
pagar o dinheiro investido pela Caixa Econômica Federal em,
no máximo, uma vez e meia o tempo em que usufruiu do programa.
Embora apenas 6% dos beneficiados sejam, hoje, inadimplentes, muitos
estudantes de baixa renda não têm acesso ao financiamento.
Para tentar
solucionar esse problema, o MEC pretende criar uma bolsa de estudo
financiada pelo governo e direcionada, exclusivamente, para alunos
carentes.
(Jornal do
Brasil - 18/02/03)
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