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São Paulo utiliza educação a distância
para formar professores
A Secretaria
Estadual de Educação de São Paulo irá
utilizar a web para formar os professores que ainda não se
adequaram a nova LDB ( Lei de Diretrizes e Bases). Para isso, a
secretaria oferece em 34 regiões do estado um curso que mescla
aulas presenciais e a distância. A LDB determina que até
o ano de 2006 todos os professores deverão ter nível
superior para exercer a função.
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SP utiliza educação a distância para formar
professores
A tecnologia
de e-learning está sendo utilizada para adequar parte do
quadro de profissionais às novas exigências da Lei
de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (Lei 9394/96).
De acordo com
esta lei, todos os professores devem ter formação
superior até o ano de 2006. Esta é a condição
fundamental para que eles possam continuar a lecionar na rede pública.
Hoje, cerca de 7 mil profissionais precisão ser capacitados.
Para se adequar
a este novo cenário, a Secretaria do Estado da Educação
está utilizando software de e-learning Lotus, da IBM, como
parte dos recursos disponibilizados para a formação
de professores de ensino fundamental em todo o Estado.
O curso, que
mescla aulas presenciais e a distância, é realizado
desde junho de 2001. Ele será encerrado em dezembro deste
ano, em 34 localidades do Estado.
"A Secretaria
da Educação está ampliando a mesma estrutura
para mais 55 locais, com o objetivo de utilizar os recursos para
outros programas de educação continuada, já
que a rede de ensino do Estado conta com 220 mil professores",
antecipa Beatriz Leonel Scavazza, coordenadora executiva do programa
PEC Formação Universitária.
A convite da
Secretaria da Educação, a Universidade de São
Paulo (USP), Pontifícia Universidade Católica de São
Paulo (PUC SP) e a Universidade Estadual Paulista (UNESP) detalharam
a proposta pedagógica, desenvolveram o conteúdo e
a metodologia deste curso que está sendo executado em 18
meses, num total de 3100 horas/aula.
Todo o conteúdo
é desenvolvido utilizando a integração de várias
mídias interativas dentre as quais a plataforma LearningSpace,
da Lótus. As aulas são ministradas em 34 pontos espalhados
pelo Estado, nos quais foram instalados 46 ambientes de aprendizagem
com equipamentos de última geração.
Para tanto,
a rede do governo (Intragov) é utilizada como meio de interconexão
para o projeto. A tecnologia adotada é o Frame Relay, contratada
junto à Telefônica.
Para responder
pela gestão da iniciativa, a Secretaria da Educação
convidou a Fundação Vanzolini, entidade de apoio ao
Departamento de Engenharia de Produção da Escola Politécnica
da USP, que há 35 anos atua na gestão de projetos
e de operações complexas, como é o caso do
PEC.
Os meios complementares
incluem o uso intensivo de tecnologias de vídeo e teleconferência
e do LearningSpace, com recursos de multimídia pela internet.
O projeto (criação, gerência e desenvolvimento
do conteúdo em grupos virtuais) utilizou soluções
como o Lotus Notes, Quickplace, Sametime e Domino.Doc.
(Computer
World)
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