Cresce procura por profissionais em empresas de games no Brasil

O mercado de desenvolvimento de jogos no Brasil é pequeno se comparado a Estados Unidos, Europa e Japão, mas vem crescendo a cada ano.

Empresas brasileiras que exportam jogos já sentem falta de mão-de-obra especializada, e cursos de design de games relatam aumento nas inscrições.

O principal setor dessa indústria no Brasil são os jogos de computador e de celular. Segundo dados da Price Waterhouse Coopers, o mercado de jogos de PC cresce 20% e fatura R$ 100 bilhões ao ano. Os jogos de celular devem render R$ 2 bilhões até o final de 2008.

Gustavo Galvão, diretor de estúdio de arte, diz que vem recusando projetos de jogos por falta de mão-de-obra especializada. Segundo ele, sua empresa tem capacidade de contratação imediata de 30 funcionários, mas faltam candidatos.

Para trabalhar como desenvolvedor, porém, não basta gostar de jogar. As áreas de atuação em uma empresa variam desde a criação de um roteiro até a programação do software, passando pela concepção gráfica e composição de música e efeitos sonoros.

O desenvolvedor Gregório Vieira fala sobre as características de um designer. "O ilustrador geralmente é um desenhista que trabalha com quadrinhos, gosta de cinema. Tem que se ligar em tudo que está acontecendo", diz.

(G1)

 
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