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Cresce otimismo com recolocação profissional
A Pesquisa sobre
Produtividade na Busca de Emprego, realizada em junho de 2005 junto
a um universo de 200 profissionais pela Mariaca & Associates,
apontou maior otimismo dos executivos com as perspectivas de recolocação
no mercado de trabalho.
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Cresce otimismo com recolocação profissional
A Pesquisa sobre
Produtividade na Busca de Emprego, realizada em junho de 2005 junto
a um universo de 200 profissionais pela Mariaca & Associates,
apontou maior otimismo dos executivos com as perspectivas de recolocação
no mercado de trabalho. Cerca de 80% dos profissionais estavam participando,
na ocasião da pesquisa, de pelo menos 02 processos de recrutamento.
Por isso, 45%
mostraram-se otimistas com a perspectiva de conseguir um novo emprego;
45%, neutros e apenas 10%, pessimistas. “O percentual dos
otimistas é maior do que o verificado em pesquisas anteriores”,
afirma Lúcia Costa, sócia-diretora da Mariaca &
Associates. Outro dado interessante detectado na pesquisa é
que, do total de profissionais que retomaram atividades no mercado
de trabalho, 91% deles o fizeram através de um novo emprego,
enquanto apenas 9% abriram seu próprio negócio. Do
total de profissionais ouvidos pela Mariaca & Associates, 40%
ocupavam cargos de presidente e diretor e 50%, de gerente.
“Verificamos,
nos dois últimos anos, uma queda expressiva no interesse
dos executivos em se tornarem empreendedores”, destaca Lúcia
Costa, em cuja avaliação isto demonstra que as oportunidades
de emprego estão melhorando e deixando para trás,
ou postergando, a opção de iniciar um negócio.
Em 2002, o número
de profissionais que optaram por se transformar em empreendedores
foi de 16,4% do total de profissionais recolocados pela M&A.
Em 2003 este número caiu para 13,9% e, em 2004, para 6,4%.
Um dos fatores
do maior otimismo dos profissionais com as perspectivas de voltar
ao mercado de trabalho é que o tempo de recolocação
diminuiu em 2004, segundo se constata pelos processos de outplacement
(transição de carreiras) conduzidos pela consultoria.
Em 2004, o prazo para ingressar em um novo emprego foi de apenas
4,3 meses, em comparação aos 5,8 meses em 2003.
“A melhor
perspectiva dos profissionais quanto à possibilidade de retornar
ao mercado é resultado não só da recuperação
da economia mas, inclusive, das mudanças no mercado de outplacement,
no qual novas ferramentas tornaram mais fácil gerenciar a
busca por um novo emprego”, analisa Lúcia Costa.
“A alternativa
de busca de colocação através dos sites de
emprego está sendo substituída por programas que permitem
às empresas acessar diretamente bancos de currículos
de candidatos, em empresas de outplacement ou headhunting, tanto
do Brasil quanto do exterior”, destaca a sócia-diretora
da M&A.
Segundo a pesquisa,
o uso da Tecnologia ampliou a eficiência dos processos de
recolocação entre 79% e 84%. Entre esses recursos,
inclui-se a consulta de informações pela web. “Consultar
sites de empresas, jornais, revistas e anuários, entre outras
fontes, tornou-se muito fácil, ajudando o profissional a
definir uma estratégia de recolocação e inclusive
qual o perfil de companhia na qual quer trabalhar ou para qual seu
perfil é mais adequado“, explica Lúcia Costa.
Entre os profissionais
recolocados, 73% marcaram pelo menos uma entrevista através
da ampliação do seu networking; 63% por meio do envio
de currículo para as empresas-alvo, 33% por meio de headhunters
e 20% através do banco de oportunidades da própria
consultoria.
Do total de
executivos entrevistados, 78% são do sexo masculino; 33%
têm entre 35 e 44 anos de idade, e 53%, entre 45 e 54 anos.
(Uol Empregos – 10/08/05)
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