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Relacionar-se bem no trabalho é essencial para manter emprego

Ter uma boa relação no ambiente de trabalho, princiapalmente com o chefe, é essencial para se manter o emprego nos dias de hoje. Isso foi o que constatou uma pesquisa realizada pelo Grupo Catho sobre contratação, demissão e carreira dos executivos dentro das empresas.

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Relacionar-se bem no trabalho é essencial para manter emprego

Os especialistas da área de recursos humanos afirmam que apresentar-se no ambiente de trabalho como uma pessoa essencialmente agradável conta muito na hora de manter o emprego. Se as relações entre colegas são fundamentais para que se mantenha um clima saudável, imagine o que significa o bom relacionamento com o chefe.

Segundo pesquisa do grupo Catho sobre a contratação, demissão e a carreira dos executivos brasileiros que entrevistou 9.174 profissionais, relacionar-se bem passou a ser uma necessidade imprescindível para a empregabilidade dos profissionais."

Não se relacionar bem com o chefe foi a causa principal do desligamento de 72,45% dos profissionais do universo pesquisado entre 35 a 40 anos," observa Luiz Carlos de Almeida, gerente de pesquisa salarial da Catho.

Para profissionais mais maduros, a causa da demissão foi apontada como "não obtenção dos resultados alcançados" para mais de 40% dos demitidos acima de 50 anos. Aparecem também na pesquisa outros fatores que motivam a demissão de executivos. Entre estes motivos destacam-se a condição de tecnicamente incompetente, negócio paralelo ao emprego e cargo eliminado.

Em menor importância são lembrados outros motivos como não se relacionar bem com outras pessoas, condição de fraqueza na supervisão de pessoas e falta de dinamismo.

O resultado da pesquisa demonstra ainda que existem fatores que diminuem à medida que a idade avança, sobretudo a ausência de bom relacionamento com o chefe e a situação de tecnicamente incompetente.

Mas também existem fatores que aumentam à medida que a idade avança: o cargo eliminado passou de 8,25% aos 26 anos para 17,55% aos 61 anos e para contratar um executivo menos oneroso de 7,64% aos 21 anos para 14,29% aos 51 anos.

Sobre a demissão dos executivos, a Catho ressalta que aproximadamente 14,82% das contratações foram para substituir executivos demitidos e 36,68% dos novos contratados estavam desempregados.

(Diário de S. Paulo - 19/05/02)