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Executivos passam a se vestir de maneira informal

Grandes empresas estão estendendo o tradicional `casual day' à semana inteira. Agora todo dia é dia de deixar o terno no armário e trabalhar mais à vontade. Algumas empresas chegam a fazer até parcerias com lojas para fornecer descontos aos funcionários. A impressão é que todos estão trabalhando com mais conforto e sorridentes. Em ocasiões especiais, ou quando os clientes são muito formais, os executivos tiram os ternos do armário.

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Trabalho perto de casa

Os executivos estão procurando adequar a localização do escritório à qualidade de vida. Profissionais liberais e executivos estão se mudando para o lado do trabalho para se livrar do estresse típico da hora do rush. Além de se verem livres dos engarrafamentos, os profissionais ainda têm a chance de almoçar em casa e ter mais contato com os filhos. As empresas também começam a levar em conta o endereço de seus funcionários para escolher a localização do escritório.

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Vivência no exterior pode ser diferencial

Os filhos de executivos de grandes empresas não têm lugar certo para morar. Com as constantes transferências dos pais para outros países, eles crêem estar mais preparados para a era global. Eles trazem na bagagem uma experiência diferenciada da dos colegas, e, por essa razão, tanto eles como os pais acreditam que isso os tornará profissionais mais cobiçados no mercado de trabalho.


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Jeans e camisa xadrez no lugar de terno e gravata

Ninguém escapou do furacão da moda. Nem as empresas tradicionais nem bancos. Foi-se o tempo da ditadura do terno azul-marinho, para eles, e do tailleur preto, para elas. Em muitas corporações americanas, a linha yuppie acabou voto vencido. Em seu lugar, adotou-se um estilo informal. A invenção do casual day - aquele dia no qual o uso de roupas formais é abolido - deu certo. Trouxe leveza aos escritórios. E mais liberdade aos funcionários. Mas a novidade é estender esse dia para o resto da semana. Todo dia é dia de deixar o terno no armário e trabalhar mais à vontade.

A Credicard Brasil foi uma das pioneiras. Há dois meses, informou aos funcionários a nova política. Não queria mais ver ninguém de terno. A decisão foi adotada pelo grupo mundialmente. E acabou mudando a vida dos cinco mil funcionários brasileiros. "A política de traje informal estimula a criatividade. Os funcionários ficam mais à vontade e trabalham melhor", diz Roberta Beltrão, gerente de comunicação interna. Fácil para uma empresa que tem média de idade de 35 anos entre os funcionários. Difícil para um setor de cartões de crédito e sistema financeiro, marcados por uma formalidade absoluta na forma de vestir. Muita gente reclamou, mas todo mundo acabou gostando.

A princípio, Paulo Regis do Amaral, gerente de promoções do Credicard, foi um dos que se sentiram perdidos. Amaral diz que teve um choque. "Tive de percorrer uma centena de lojas e reformular o guarda-roupas."

O executivo agora vai à empresa com calças de sarja e camisas modernas. A corrida às compras parece ter sido mesmo traumática para Amaral. Tanto que resolveu propor mais um benefício aos funcionários. "Criamos parcerias com algumas lojas, que dão descontos entre 5% e 10% para os funcionários. Todo mundo teve de comprar roupa nova". Entre as lojas que aderiram aos descontos estão Club Colors, Crawford, Siberian e Bunnys.

E em dia de reunião com importantes clientes? Em ocasiões especiais, ou quando os clientes são muito formais, os executivos tiram os ternos do armário.

Outra gigante que descobriu os benefícios do traje casual foi a AmBev. Tudo começou em 89, com a Brahma, que tinha um executivo com espírito jovem na direção: Marcel Teles. Ele mudou tudo. Desde o layout dos escritórios, que tiveram todas as paredes derrubadas até o traje de trabalho. "Ele começou usar calça jeans e dockside sem meia", diz a porta-voz da empresa, Carla Coelho. Aos poucos, os funcionários foram se adaptando. Tudo ficou mais fácil quando a empresa começou a vender aos funcionários, a preço de custo, camisas esportivas com o logotipo da empresa. As camisas, distribuídas em eventos patrocinados pela cervejaria, eram objetos de desejo de todos, diz Carla.

A Internacional Restaurantes do Brasil, que comanda as franquias da Pizza Hut em São Paulo, substituiu o sisudo terno pela descontração do tênis em fevereiro de 99.

Para facilitar a escolha do modelito, explica o gerente de marketing, Reinaldo Rey Zani, a empresa - em decisão conjunta com os funcionários - criou vários modelos de camisetas com o logotipo da empresa. "Nada é obrigatório, mas todo mundo gosta. É uma filosofia diferente de trabalho".

(Jornal da Tarde)

   

 


Eles podem dizer "é só um pulinho"

Sabe aquele trânsito infernal das grandes cidades? Antes de se lembrar de alguma história pessoal de congestionamento (todo mundo tem uma, afinal), morra de inveja daqueles executivos e profissionais liberais que estão se mudando para o lado do trabalho para se livrar do estresse típico da hora do rush.

O empresário Ricardo Lemos, sócio da rede de estacionamento Park Land, negocia a compra da casa vizinha a seu escritório, no bairro paulistano de Perdizes, e já sonha com os almoços em família e até com uma siesta de vez em quando. Se o negócio imobiliário não der certo, no máximo em um ano e meio ele estará morando próximo ao trabalho.

"Comprei um apartamento a 700 metros do escritório, que fica pronto no ano que vem", afirma Lemos, que, nos dois casos, deixará o carro mais tempo na garagem.
Atualmente, ele enfrenta a maratona de engatar a primeira marcha, passar para a segunda e brecar em seguida por pelo menos uma hora por dia até chegar em casa, no Tatuapé (zona leste).

"Os executivos estão procurando adequar a localização do escritório à qualidade de vida. E há casos daqueles que conseguem se mudar para ficar próximo ao trabalho", afirma Sandra Halston, diretora da Jones Lang LaSalle, empresa de consultoria especializada no mercado imobiliário. Segundo ela, a tendência é que as empresas estudem o endereço dos funcionários antes de decidirem pela localização da sede.

"Distância para chegar ao trabalho, meio de transporte usado pelos funcionários, muito verde e luz natural são alguns dos critérios que estão em alta", diz Sandra, ela própria uma privilegiada quando o assunto é trânsito. Enquanto seu marido enfrenta os 52 faróis da avenida Santo Amaro (ele já contou) e demora uma hora para chegar na avenida Paulista, ela leva 10 minutos entre o Alto da Boa Vista, onde mora, até o edifício do WTC, na beira da Marginal Pinheiros, e não está sujeita ao rodízio municipal.

Na mudança para a proximidade do trabalho, a promessa é aproveitar o tempinho a mais para um exercício. "A idéia é ir a pé para o trabalho", promete o executivo José Luís Paixão, assessor da diretoria da indústria Quero Alimentos, que acaba de se mudar para uma rua paralela ao trabalho, em Alphaville, na Grande São Paulo. Nos últimos três anos, ele acordava religiosamente às 5h30, saia de casa antes das 6h e passava pelo menos duas horas e meia no trânsito até chegar ao trabalho. "Só dava para conversar com a família nos finais de semana. E exercício, nem pensar", afirma.

Para esta turma, o ganho de qualidade de vida compensa até a eventual hora extra no escritório ou o fato de ser sempre o primeiro a ser chamado para resolver os problemas de última hora. "Nas emergências, é óbvio que eu ficarei até mais tarde", afirma Claudine Peres Goettert, sócia da escola infantil Pequeno Reino. "Mas isso não é um problema". Em janeiro próximo, ela fará as malas rumo a quatro quarteirões de sua escola, no bairro do Ibirapuera.

"Quanto conto que estou de mudança, as pessoas ficam maravilhadas", afirma Claudine que hoje vive no Morumbi e leva pelo menos 50 minutos para chegar ao trabalho. "Em dia de jogo, o trânsito fica um verdadeiro inferno e não tenho hora para chegar em casa", diz a empresária que já presenciou diversos assaltos nos congestionamentos no caminho de casa.

Mais felizarda é a vida de Ilka Padilla, coordenadora de marketing de projetos esportivos do Grupo Pão de Açúcar. Carioca, ela praticamente conciliou o início do trabalho na empresa de varejo com a mudança de endereço. E ela foi morar a exatos cem metros do trabalho. "Antes da construção do prédio vizinho, eu via a sede do Pão de Açúcar da minha janela", lembra. Agora, mesmo sem querer, ela fica sabendo das andanças dos seus chefes. Escuta cada vez que o helicóptero da família Diniz aterrissa na sede da empresa, seja voltando das visitas às lojas ou nos finais de semana.

"Não há desvantagem em morar tão perto", afirma Ilka, que não se incomoda de passar em frente do trabalho em pleno domingo ensolarado. Afinal, ela consegue almoçar diariamente com o filho pequeno e passar em casa sempre que esquece alguma coisa. E, nas malucas mudanças climáticas de São Paulo, ela está sempre próxima de uma malha no guarda-roupa.

(Valor)

   

 

 

Aos EUA, seguindo os passos do pai

Arrumar as malas, enfiar tudo num navio e mudar de país, sem ter um emprego ou destino certo, pode parecer uma atitude impensada e aventureira. Levar toda a família junto soa mais arriscado ainda. O gosto pelo desafio e pelo novo, no entanto, fez com que o engenheiro mecânico Raul Bandeira encarasse essa aventura em duas ocasiões. Primeiro rumo aos Estados Unidos e, depois, de volta ao Brasil.

Semana que vem, ele arruma as malas, mais uma vez, para trabalhar nos Estados Unidos. Agora, com emprego e destino certos. Ele é gerente de desenvolvimento de projetos da Microsoft e está seguindo para Seattle, para ser gerente de produtos. Junto com ele, a esposa e os filhos de 10, nove e dois anos de idade.

A história de Raul, na verdade, começou nos Estados Unidos, onde nasceu em 1960. O pai, foi mandado pelo avô, para estudar na Universidade da Louisiana. A mãe, que também era brasileira, não resistiu à distância e mudou-se para lá para se casar com ele. O pai de Raul, que também é engenheiro, não tinha vontade voltar para o Brasil e queria desenvolver sua carreira fora. Acabou arranjando um emprego e foi nessa época que Raul nasceu, conquistando a dupla nacionalidade.

Quando ele tinha três anos, o pai foi convidado para trabalhar no Brasil. Raul, filho único, então estudou e se formou no Brasil. Com o diploma na mão, decidiu fazer uso do passaporte americano e, como o pai, tentar carreira no exterior. No bolso, apenas US 1,5 mil e uma passagem só de ida. Escolheu Boston, porque na época era lá que as empresas de informática estavam despontando. Aprontou o currículo, hospedou-se na casa de um amigo e acabou conseguindo uma colocação numa empresa.

Assim como aconteceu com os pais, a namorada brasileira acabou seguindo seus passos e se mudando para os Estados Unidos. O casamento foi no Brasil, mas a lua-de-mel foi em solo americano, já que ele havia sido convidado para trabalhar na Gillette. Durante os cinco anos que morou fora, nasceram dois de seus filhos. Quando eles eram pequenos, com apenas dois e um ano de idade, Raul resolveu dar outra guinada na carreira. "Sentia falta dos amigos e dos laços de família que tinha deixado no Brasil", diz.

Sem pestanejar, botou tudo num navio e veio com a prole para São Paulo, sem emprego e querendo se desligar da vida corporativa. Com um amigo, montou uma empresa que fazia a manutenção de frotas de veículos. Depois de três anos, desistiu do negócio e chegou à conclusão que preferia trabalhar em grandes empresas. "Aquilo não fazia parte da minha essência", explica.

Em 1995, aceitou o convite para entrar na Microsoft e agora está de malas prontas novamente para ir trabalhar nos Estados Unidos. Mais uma vez, a mobília e as malas seguirão de navio. Os filhos, que têm dupla nacionalidade (inclusive o caçula nascido aqui) estão gostando da aventura. "Eles são pequenos e nessa fase é mais fácil a adaptação", diz.

A mudança, para Raul, tem sempre o sabor do desafio. Ele acredita que, para os filhos, a experiência vai ajudar na carreira que eles escolherem no futuro. "Nunca vou dizer a eles que o Brasil não serve como palco para suas carreiras, mas quero que eles vivam experiências lá fora assim como eu vivi e meu pai também, que os permitam escolher o que querem fazer", diz. E, no mundo globalizado, ele acredita que o futuro pode estar em qualquer país.

(Valor)

   
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