Vida de executivo deu a experiência para abrir negócio próprio

Durante 26 anos, o hoje empresário Arthur Bernardo Neto, de 50 anos, construiu uma carreira como diretor-comercial numa empresa privada.

Ao sair da empresa, a principal preocupação dele era em quanto tempo conseguiria uma recolocação no mercado de trabalho. Foi nesta época, entretanto, que ele viu um anúncio que oferecia uma loja de franquia. Só depois, Neto descobriu que era a marca com a qual ele já nutria uma relação de consumidor, a Casa de Pão de Queijo. “Estava aberto para todas as oportunidades do mercado”, lembra Neto, que analisou a oferta e fez uma proposta ao vendedor.

Mas, mesmo aberto às novidades, ele tinha preocupações quanto à condução da empresa: “Pensava se teria condições e disciplina para empreender.”

Foi então que ele observou que ao longo dos anos em que atuou como diretor-comercial, também havia sido um empreendedor: “Aceitei desafios, pensei em estratégias e projetos que fizeram com que eu agisse como agiria um empresário frente a seu próprio negócio.”

A parceria com a Casa do Pão de Queijo funcionou tão bem que, três meses após a compra da loja, Neto adquiriu uma segunda unidade. E um mês mais tarde, a terceira. Duas destas lojas estão em shoppings na cidade de São Paulo. “A franquia é um negócio interessante e com o suporte do franqueador tenho toda a estrutura para crescer e expandir o negócio em pouco tempo”, diz ele.

Para administrar as três lojas da rede, Neto conta com bastante organização. Todos os dias visita pelo menos uma das unidades. E ele também se ocupa da gestão e analisa se as ações que estão em prática na loja estão funcionando ou não.

Neto cita uma série de fatores que teriam contribuído para o seu sucesso como franqueado: “Tenho espírito empreendedor e uma agressividade comercial positiva.”

A vontade de dar certo como franqueado era tamanha, que ele nem ao menos buscou a opinião de outros franqueados para não ouvir uma resposta negativa para as suas expectativas. “Tenho amigos que possuem uma loja da mesma rede há anos. Mas estava tão certo do negócio que nem busquei a opinião deles.”

(O Estado de S.Paulo)

   

Micro e pequenas empresas raramente introduzem inovações

É preciso educar os futuros líderes para a sustentabilidade, diz diretora de Harvard

Profissionais com mais de 40 voltam a entrar no foco

Executivo desinteressado pelo meio ambiente torna-se líder empresarial em sustentabilidade

Pesquisa revela que mulheres ocupam poucos cargos executivos

Fazer cursos é opção de poucos

Faltam bons profissionais de média gerência, diz pesquisa

O que as empresas querem do executivo da nova era digital

Gestor precisa equilibrar as personalidades da equipe

Accenture paga bônus para quem trouxer talentos

Brasil avança no perfil empreendedor

Globalização traz novos desafios aos executivos

Executivos de alto nível procuram colocação pela internet