|
|
No
Espírito Santo, empresa que contratar ex-detento terá
redução de ICMS
O governo do
Espírito Santo lançou um projeto de lei que prevê
o pagamento de salários para empresas que contratarem ex-detentos.
Pelo projeto, o governo ressarcirá, via créditos de
ICMS, 80% do salário mensal dos egressos das penitenciárias
do Estado por um período de até um ano.
Leia
mais:
Programas
sociais geram emprego na periferia de SP
Pesquisa realizada
pela Secretaria do Desenvolvimento, Trabalho e Solidariedade de
São Paulo, feita com base em dados federais, mostrou que
os programas sociais implantados pela Prefeitura de São Paulo
na periferia da capital e a renda gerada por estes projetos ajudaram
a criar empregos nas regiões.
Leia
mais:
No Espírito Santo, empresa que contratar ex-detento terá
redução de ICMS
O governo do
Espírito Santo enviou ontem à Assembléia Legislativa
projeto de lei que prevê o pagamento de salários para
as empresas que contratarem ex-detentos. Pelo projeto, o governo
ressarcirá, via créditos de ICMS, 80% do salário
mensal dos egressos das penitenciárias do Estado por no mínimo
de 3 meses e até um ano.
Segundo o secretário
da Fazenda do Espírito Santo, José Teófilo
de Oliveira, o custo para o Estado é estimado em R$ 125 mil
mensais, tomando por base um salário médio de R$ 480
(dois mínimos) e multiplicando-o pelos cerca de 300 presos
que deixam as penitenciárias capixabas anualmente.
Segundo o secretário,
o projeto tem apelo a empresas de todos os setores, comércio,
indústria e serviços, incluindo serviços públicos
municipais, que costumam terceirizar serviços de limpeza,
por exemplo.
Cada preso custa
por mês aos cofres públicos R$ 1500, pelos cálculos
da secretaria da Fazenda, um valor bem mais elevado que o da renúncia
fiscal prevista no projeto. Os benefícios sociais também
são muito grandes, já que o secretário exibe
estatísticas que mostram que 80% dos detentos que deixam
as penitenciárias acabam retornando, pela prática
de novas infrações. "O grande desafio será
treinar esses egressos para poder empregá-los", afirma
Oliveira.
O problema,
observa o secretário, é que 70% dos detentos, segundo
pesquisa feita pelo Estado, são analfabetos funcionais. O
projeto de lei prevê também que o trabalhador passará
por um período de treinamento em oficinas do Senai, Sesc
ou Sebrae, para poder ser adequado a exercer uma função.
(Valor –
02/06/04)
Programas sociais geram emprego na periferia de SP
Os programas
sociais implantados pela Prefeitura Municipal de São Paulo
na periferia da capital e a renda gerada por estes projetos ajudaram
a criar empregos nos bairros mais pobres da capital. Dos 200 mil
empregos formais (com carteira assinada) criados na cidade entre
dezembro de 2001 e fevereiro de 2004, 111,7 mil estão localizados
nas regiões mais carentes.
Pesquisa realizada
pela Secretaria do Desenvolvimento, Trabalho e Solidariedade de
São Paulo, com dados federais, mostra ainda que nos 50 distritos
com os piores índices de pobreza (aqueles já atendidos
há mais tempo pelas iniciativas da prefeitura), o nível
de emprego formal cresceu 12,1% no mesmo período de comparação.
Já nos
46 distritos restantes (com índices de pobreza um pouco menores
e com programas sociais ainda em implantação), o crescimento
foi de apenas 3,8%. No conjunto do município, o nível
de emprego subiu 6,2% no mesmo período (2001-2004.
De acordo com
o trabalho, então, de cada dez empregos novos criados na
região metropolitana, seis ocorreram nas áreas da
periferia que passaram a contar com ações sociais.
O setor de serviços respondeu por 85% dessas novas vagas.
O de comércio pelas demais. "Em 2000, esses distritos
respondiam por apenas 28,2% do total de empregos formais da cidade.
No final de 2003, passaram a representar 31,2%", afirma o secretário
Marcio Pochmann. Segundo ele, as políticas locais não
foram suficientes para reverter o nível de desemprego, mas
promoveram uma criação de vagas superior à
medida da cidade e, mesmo, à nacional.
Pochmann divide
as ações sociais realizadas pela prefeitura nessas
regiões, e que resultaram na criação de empregos,
em duas partes. Uma foi a própria ampliação
do serviço público, com a construção
de escolas, creches e centros esportivos. A outra decorreu da expansão
da atividade econômica, favorecida por programas de combate
à pobreza e de incentivos.
Segundo o secretário,
o crescimento do emprego na periferia apenas confirma que o combate
à pobreza e a descentralização de projetos
são instrumentos para a retomada econômica. "Nós
fizemos um levantamento e verificamos que a maior parte da renda
gerada nessas regiões é gasta pelas pessoas lá
mesmo. Ou seja, as famílias compram nos mercados de bairro,
cortam o cabelo e arrumam seus carros pela vizinhança. A
renda gera mais renda. "
O levantamento
confirma ainda a tendência de retomada econômica em
todo o país, com ênfase no interior. No primeiro quadrimestre
de 2004, foram criadas 535 mil empregos formais. Apenas Ceará,
Paraíba, Pernambuco e Alagoas tiveram saldo negativo de emprego
no período (ainda assim, só expressivo no caso destas
duas últimas unidades, que fecharam juntas 57 mil postos
de trabalho formais).
Todas as outras
unidades federativas tiveram saldo positivo, com destaque para São
Paulo (223 mil novas vagas com carteira), Minas Gerais (64 mil),
Rio Grande do Sul (62 mil) e Paraná (57 mil) . "Apesar
da criação de empregos formais ser uma tendência
nacional neste ano, não podemos deixar de destacar que ela
aconteceu primeiro em São Paulo. Ou seja, não tivemos
que esperar pela recuperação da economia", avalia
o secretário.
(Valor -
02/06/04)
|
|
Desemprego bate recorde histórico
em abril e atinge 2,8 mi de pessoas |
|
|
Encontros criam planos nacionais
para juventude |
|
|
Abrinq lança campanha
publicitária sobre Lei do Aprendiz |
|
|
Governo eleva subsídio
para o Primeiro Emprego |
|
|
Reino Unido oferece 50 bolsas
de pós para brasileiros |
|
|
Nova geração
de advogadas abre espaço no mercado |
|
|
Governo destaca criação
de vagas formais no trimestre |
|
|
Reino Unido é máquina
de gerar empregos |
|
|
Eles mal começaram
e já têm preocupações de
executivos |
|
|
Feira traz opções
de cursos e de trabalho no exterior |
|
|
Emprego formal tem melhor
primeiro bimestre desde 1992 |
|
|
Pesquisa revela que 82% dos
profissionais apresentam sintomas de stress |
|
|
Cerca de 250 mil estão
desempregados em São Paulo |
|
|
Oferta de empregos na área
fiscal cresce 10% |
|
|
Novo teto fixado pelo STF
elevará salários de 42 mil servidores
|
|
|
Brasil desperdiça
jovens com doutorado |
|
|