O Guia de Empregos tem um novo site (http://www.guiadeempregos.org.br).
Esta página é antiga e não recebe mais atualização. Acesse o novo Guia de Empregos e encontre vagas e notícias atualizadas diariamente.

             

 



Hostess caminha para a profissionalização

A profissão de hostess tem se firmado no Brasil como uma opção de carreira para quem gosta de lidar com o público.

Leia mais:

 

 


   

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Hostess caminha para a profissionalização

Recepcionista não é hostess. Hostess não é maître. Apesar de serem responsáveis por dar atendimento ao cliente, as funções que exercem dentro de um restaurante ou bar são diferentes. Nascida nos Estados Unidos, a profissão de hostess tem se firmado no Brasil como uma opção de carreira para quem gosta de lidar com o público.

Enquanto o maître atualmente está mais ligado à funções de gerência, a hostess trabalha como uma ponte de comunicação entre os outros funcionários. Mais do que ser responsável por receber os clientes e garantir que o atendimento aconteça da maneira mais correta, evitando imprevistos, a hostess precisa conhecer o cardápio e todos os setores do local onde trabalha, de ponta a ponta.

A necessidade de fidelização e a concorrência fizeram com que crescesse dentro do setor de restaurantes e bares a demanda por profissionais especializados em dar atendimento de qualidade aos clientes.

"O lugar que diz para uma pessoa que ela vai esperar 20 minutos para ter uma mesa, e demora 40, perde o cliente na hora. Uma das funções da hostess é fazer com que isso não aconteça", explica Marcelo Henrique Cardoso, presidente da Associação de Hostess e Recepcionistas do Estado de São Paulo.

Criada em março deste ano, a associação já conta com um grande número de profissionais da área e restaurantes afiliados e está oferecendo, desde agosto, um curso de treinamento para formar hostess.

Além de etiqueta e boas maneiras, o curso é composto por aulas de marketing e atendimento ao cliente, noções de cerimonial e protocolo, maquiagem, moda, coordenação e recepção de eventos, postura da voz, neurolingüística, psicologia e primeiros socorros.

Uma das vantagens da carreira, e ao contrário do que se pensa, é que não há restrições de idade e muito menos é preciso ser modelo para exercer a função de hostess. "Mais do que beleza, é preciso talento e experiência para lidar com o público", afirma Cardoso. "E a profissão não é exclusiva para mulheres. Apesar de serem minoria, temos homens matriculados no curso".

Sônia Maria dos Santos, 43 anos, é uma das alunas da primeira edição do curso. Na área há mais de 20 anos, Sônia explica que para cada lugar existe uma demanda por uma faixa etária específica. "Há espaço para todos, o problema é que, como em qualquer outra área, mais experiência significa salário mais alto também. E nem sempre as empresas querem pagar mais", afirma.

Segundo Cardoso, o curso tem sido procurado por empresas, estudantes e recém-formados das áreas de Turismo, Hotelaria e Relações Públicas, profissionais que já trabalharam em navios de cruzeiro, restaurantes e bares.
Para a estudante de comunicação Gabriella De Nicola, 23, apesar de não ter experiência como hostess, o curso pode servir como um ponto extra no currículo. Em tempos de crise, pode ser mesmo.

Mais informações sobre o curso podem ser obtidas na Associação de Hostess e Recepcionistas do Estado de São Paulo, que fica na rua Afonso Celso n° 962, na Vila Mariana, em São Paulo (SP). Telefone: (0xx11) 5908. 1120
Email: hostess@associacaohostess.org.br
www.hostess.org.br

(Bianca Justiniano - 12/08/03)

   
Crise deve reduzir oferta de vagas de fim de ano nas lojas
Empresa volta a pagar o salário-maternidade
FGV abre escola em Pernambuco
Atitude conta pontos valiosos no currículo
Diploma volta a ser necessário para jornalista
Pesquisa de vagas mobiliza internautas
Concurso incentiva entrada de jovens no mercado de trabalho
Virar informal por salário maior nem sempre é vantagem