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"Captador de recursos deve ver doação como investimento", diz palestrante

"O captador de recursos deve fazer com que a doação não seja vista como caridade, e sim como um investimento", afirmou o mexicano Adalberto Viesca, na oficina "Como construir uma estratégia de comunicação", realizada no Senac São Paulo, durante a 11ª Conferência Latino-Americana de Mobilização de Recursos para o terceiro setor.

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"Captador de recursos deve ver doação como investimento", diz palestrante

"O captador de recursos deve fazer com que a doação não seja vista como caridade, e sim como um investimento", afirmou o mexicano Adalberto Viesca, na oficina "Como construir uma estratégia de comunicação", realizada no Senac São Paulo, durante a 11ª Conferência Latino-Americana de Mobilização de Recursos para o terceiro setor.

Viesca falou sobre as estratégias que utiliza para captar recursos para sua universidade e afirma ser necessário que o futuro doador saiba que o seu investimento não será apenas um benefício para a instituição, mas terá agregara valores a ele mesmo. "Não queremos desenvolver a habilidade de convencer alguém do nosso sonho, e sim convencê-lo da importância que o apoio terá para ele", diz.

Para o palestrante, é preciso que, antes de solicitar a doação, estejamos cientes de qual seria o valor justo para o nosso projeto, pois a quantia solicitada reflete as intenções da instituição. "Um valor muito baixo ou a ausência de valores pré-estipulados dão a impressão de que não temos grandes ambições", diz.

Adalberto Viesca não acredita que as empresas invistam em responsabilidade social apenas por marketing. Para ele, se fosse apenas esse o objetivo seria mais fácil o investimento em publicidade e propagandas.

Viesca também alertou sobre os principais erros das empresas no momento de captar recursos. Entre esses erros está o hábito de buscar sempre os mesmo doadores, de suplicar os recursos e de não deixar clara a proposta. " Da forma como a captação é realizada, o investidor acredita que qualquer doação é muito mais do que o necessário", diz.

É preciso investir numa captação de recursos efetiva e não somente filantropia, na visão do especialista, pois dessa forma, a instituição corre o risco de seguir apenas sobrevivendo e não se desenvolvendo.

(Cássia Gisele Ribeiro - 24/09/03)

   
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