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Fome
de conhecimento ou fome zero? Acompanhando o principio de desenvolvimento sustentável de uma Nação, devemos nos preocupar com todos os problemas sociais do Brasil. Mas o mérito da educação tem um tocante profundo no apoio e na sobrevivência de famílias que precisam ao mínimo mudar o rumo de sua história. Será que resolvemos a fome com um prato de comida? Mas e o futuro de uma família sem educação e cultura, como resolveremos? O processo de educação acaba sendo um dos maiores tocantes neste processo de exclusão em massa, de valores e princípios fundamentais para a sobrevivência humana. A exclusão da educação de hoje é a fome das famílias de amanhã. O não pensar na educação como fator estratégico da Nação coloca-nos a margem dos excessos da globalização e de políticas sem nexo, onde a falta de informação e cultura, fazem conduzir a sociedade a um caos sem precedentes, muito além de um prato de comida. Atualmente, na educação a exclusão está relacionada entre outras coisas, ao analfabetismo. Mas será que o analfabetismo é um problema de exclusão social? Vai além, conforme a pesquisa recente realizada pela UNICEF, onde 70% dos 10 milhões de adolescentes entre 15 a 17 anos estão fora da escola. Esta exclusão além de tirar um potencial humano e sua própria sobrevivência, nós estamos tirando deles a alimentação que a própria escola fornece. A exclusão da educação de hoje é a fome do homem de amanhã. Neste ponto como podemos incluir um ser humano potencial na sociedade, sem a devida cultura e conhecimento. Um prato de comida não inclui o ser na sociedade e sim sua capacidade de empreender na vida. Do que adianta marginalizar alguém através de um boa alimentação e esquecer de dar o básico de instrução para ele conquistar um lugar ao sol. Não devemos dar o peixe, e sim ensinar a pescar. Ensinar é sim um programa social para a defesa de nossa Nação. Doando cestas básicas, refeição reforçada, agasalhos ou admitindo que esta é a face mais perversa e cruel do sistema capitalista? Este sistema por sua vez tem por finalidade o lucro que advém da exploração do homem pelo homem, e que divide a sociedade em detentores dos meios de produção e detentores da força de trabalho. Entretanto, quando esta relação se aprofunda promove o desenvolvimento de novas tecnologias e por conseqüências nas máquinas cada vez mais sofisticadas que acabam excluindo os donos da força de trabalho, então eles ficam livres até mesmo para morrer, pois na sociedade capitalista o sujeito não tem para quem vender sua força de trabalho e não possui matéria-prima perece de desnutrição física, material e intelectual. Devemos pensar um programa, do tipo, "EDUCAÇÃO 1000", acreditando no potencial do homem brasileiro e nesta Nação que prefere aprender a pescar do que somente ter o peixe para o almoço de amanhã, somente. A Riqueza de uma Nação vai além da alimentação de seu povo com um prato de comida e sim alimentando com o SABER. Através do
ensino podemos ampliar a riqueza e a capacidade de cada ser, onde o
seu conhecimento não irá alimentar somente sua família
e sim toda uma Nação chamada BRASIL.
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Críticas? Mantida por Jorge
Luiz Kimieck |
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