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UnB é a que mais recebe investimento do MEC O reitor da UnB (Universidade de Brasília), Lauro Morhy, colhe os frutos do bom desempenho da universidade no Provão e nas demais avaliações do Ministério da Educação. A UnB, pelo segundo ano consecutivo, é a universidade que mais recebe investimentos do MEC. Um levantamento feito pelo Siafi em todas as entidades de ensino mantidas pelo Ministério, indica que a universidade fundada por Darcy Ribeiro lidera o ranking de investimentos. Em 1999, Lauro Morhy contou com R$ 10,7 milhões do governo federal para aplicar na melhoria das condições de infra-estrutura, como salas, bibliotecas e laboratórios. Em 2000, até o final de agosto, já recebeu R$ 4,3 milhões. Recursos para investimento
diminuem Faça download do arquivo com os investimentos realizados pelo MEC em cada uma das instituições de ensino superior em 1999 e 2000, clicando aqui. CNPq deixa de atender
6.790 projetos de pesquisa científica O professor e pesquisador da UFSC (Universidade Federal de Santa Catarina), João Batista Calixto, é, individualmente, o pesquisador que vai receber a maior quantia: R$ 100,5 mil. Calixto dedica-se a estudar a ação das plantas medicinais e dos neuropeptídeos sobre a dor e a inflamação. O estudo pode resultar na produção de analgésicos e antiinflamatórios. Bambambãs
foram privilegiados "A outra face da moeda é que houve uma exclusão maciça dos pesquisadores mais jovens, o que compromete qualquer possibilidade de renovação da ciência nacional", afirma. O diretor de programas do CNPq, Celso Pinto de Melo, diz que não há recursos para atender toda a demanda existente. Febem: um mal
necessário? Foram ouvidos pela pesquisa qualitativa do Ibccrim, 9 advogados, 7 juízes e 8 promotores que atuam na área do direito que envolve a infância e a juventude. Quase a unanimidade dos entrevistados acha que deve haver algum tipo de punição para os jovens que cometem algum tipo de crime. A Febem é vista como um mal necessário, a melhor alternativa para afastá-los do seu ambiente, o mundo do crime, e devolvê-los, comportados e reeducados, à família e à sociedade. Cursos não
ensinam e profissionais do direito não entendem Estatuto da Criança
e do Adolescente Nos tribunais de Justiça a visão que impera é ainda a do Código de Menores, para o qual o direito da infância e da juventude é uma simples extensão do direito criminal. O Estatuto da Criança e do Adolescente é pouco conhecido e compreendido por causa da má formação dos profissionais do direito. Universidade do
crime custa mais que a do conhecimento Informações sobre a pesquisa do Ibccrim devem ser solicitadas pelo seguinte e-mail: npesq@ibccrim.com.br
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