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Jogos elaborados por museus e institutos culturais podem ser a salvação dos alunos que não querem enfiar a cabeça nos livros para saber mais sobre movimentos artísticos. Divertidos e informativos, esses games tornaram mais fácil a assimilação das características dos mais diversos pintores e escultores. Segundo Tania Callegaro, professora doutora em tecnologia educacional, se o aluno não tiver conhecimentos prévios terá então que encontrar as respostas. "Não é nada muito difícil, mas faz o aluno pensar sobre a matéria", explica a arte-educadora. Nesse sentido, os professores podem ajudar os alunos participando do jogo para, mais tarde, dar continuidade ao trabalho, concatenando o lúdico com a aula. "A participação do professor é a única forma da integrar a Internet e o aprendizado", afirma. Um dos sites indicados pela educadora é o do Itaú Cultural, onde o aluno poderá conhecer mais da arte brasileira desde do período colonial. Outra dica é o Museu Virtual, que apresenta, entre outras coisas, um jogo de memória elaborado pela artista Arthur Omar. "O jogo sempre termina com uma frase para o aluno refletir sobre o que ele viu. Alguns professores não conseguem sequer fazer isso", conta. Tania ainda aconselha uma visita ao site EduWeb. Embora esteja escrito em inglês, o game é bastante simples. Trata-se do Arte Detetive, no qual o jogador deve descobrir quem é o pintor de um quadro encontrado na casa de um milionário. Para isso ele deve saber que estilo é a obra, traços característicos do pintor e ainda quando foi feita. E o melhor: é gratuito. (Rodrigo Zavala)
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