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Os críticos podem esperar de pé o novo pacote de emergência contra a crise. Pelo menos é o que defende o ministro-chefe da Casa Civil, José Dirceu, no sábado, durante reunião com a bancada petista na Câmara, que cobrou "mais ousadia" do governo e efetiva participação do PT no "espetáculo do crescimento". Nos próximos 15 dias, o governo tomará uma série de decisões que deixarão clara a prioridade pelo crescimento e pela agenda social, a partir de agora. Uma medida de forte impacto econômico será o corte de 10 a 20 pontos porcentuais nos recolhimentos compulsórios dos bancos. Se ela for adotada, serão injetados cerca de R$ 10 bilhões na economia para impulsionar o consumo e o investimento. E as medidas não ficarão restritas ao setor financeiro, segundo informou o ministro da Casa Civil. O governo já decidiu que vai aumentar recursos para as áreas de Saúde e Educação. Também está adiantada a definição para os recursos que serão destinados aos programas de Segurança Pública, área que deverá ser reforçada no ano que vem. Dirceu disse ainda que os programas sociais serão finalmente unificados e atenderão a 4,5 milhões de famílias ainda este ano. Um outro benefício será destinado a jovens carentes de 14 a 17 anos. Ele informou aos deputados que o programa já está formatado e só falta "bater o martelo". Leia
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