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Uma das formas mais comuns de se manter estudando nas universidades particulares é entrar no chamado programa de bolsa restituível. Nessa condição, o aluno que não pode pagar a mensalidade tem um desconto variável (30, 40, 50%) que será cobrado após a conclusão do curso. No entanto, a Secretaria Estadual de Educação de São Paulo, com o apoio da ONU e da Unicef criaram o que se pode denominar de bolsa restituível social. Em vez do aluno se comprometer em dívidas - que podem superar a quantia de 100 mil reais - ele voltará à escola, para dar aulas de reforço a jovens de baixa renda. Funcionará da seguinte forma: ao entrar no projeto, o universitário irá a escola estadual que estudou ou em algum bairro da periferia e, ao lado do corpo docente da instituição de ensino, aproveitará o espaço para ajudar os estudantes. Nesse sentido, que faz medicina irá reforçar as aulas dos alunos com dificuldades em biologia; quem faz engenharia apoiará as aulas de física; e assim por diante. Uma idéia barata, inovadora e que irá mudar o atual quadro da escola pública. Por enquanto o número de universitários atendidos será de 25 mil. Leia
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