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Empresários e sindicalistas criticam a idéia do governo de estimular o programa Primeiro Emprego por meio de concessão de isenção fiscal aos empregadores desvinculada de um projeto de qualificação profissional. Ambos avaliam ainda que a isenção fiscal poderá ter uma espécie de "efeito colateral", que é a demissão de trabalhadores. O governo vai oferecer uma "cesta de incentivos fiscais" às empresas que aderirem ao programa Primeiro Emprego. Será apresentado um cardápio com cinco impostos para que o empregador escolha qual deles pretende reduzir. O cardápio de impostos será definido até o fim desta semana pela equipe econômica. O Primeiro Emprego deverá ser lançado no dia 1º de maio pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. João Felício, presidente da CUT, e Paulo Pereira da Silva, o Paulinho, da Força Sindical, defendem que as empresas que aderirem ao programa se comprometam a não demitir trabalhadores para dar lugar aos jovens. Os dois também reforçam a necessidade de associar o emprego a um programa de qualificação profissional. Leia
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