|
||||||||||||||||||||||||||||||||||
|
Em uma tentativa de democratização do Ensino Superior, o ministro da Educação, Cristovam Buarque já admite mudanças significativas no vestibular. A mais importante é a de dividir a prova unificada em três. Assim, o aluno irá ser avaliado ao final de cada ano de Ensino Médio. Desta forma, o governo pretende também atender pessoas que estejam fora do sistema formal de ensino. Afinal, caberia à cada universidade criar um plano de processo seletivo diferenciado. E aqueles que estão fora da escola, poderiam fazer provas especificas, em vez da "decoreba do intensivão". Outro anúncio é a resolução rápida das 40 mil vagas ociosas no Ensino Superior público. Como inúmeros cursos não possuem classes em período noturno, crescem os números de desistência. O motivo é simples, como muitos alunos devem trabalhar, a falta de cursos noturnos faz esses estudantes trancarem sua matrícula. A idéia é transferir alunos mais pobres de escolas privadas para essas instituições, a partir de avaliações específicas. Leia
também:
|
|
||||||||||||||||||||||||||||||||