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Além dos US$ 3,65 bilhões previstos no orçamento, outros US$ 5,6 bilhões se destinam à reforma do aparelho da Justiça e da polícia nos próximos cinco anos. Ele prevê, entre outras coisas, a formação e contratação de 13 mil novos funcionários, metade na Polícia Civil e metade na "gendarmerie", a polícia militar francesa. A polícia francesa deverá se tornar mais ofensiva, abandonando uma certa passividade de quem se encontra à espera do crime para só agir depois. O programa de segurança do governo está sendo definido por algumas entidades representativas de magistrados como 100% repressivo, muito pouco educativo ou preventivo. Uma parte dessa verba será usada para ampliar as vagas nas escolas de polícia e abrir novas escolas, mais adaptadas à tecnologia moderna. Mesmo na Europa, não há a preocupação com as causas da criminalidade. O novo plano de segurança tem como meta, não desacelerar o ritmo da delinqüência, mas "inverter a tendência". Ou seja, valorizar ações de repressão. O que em São Paulo significaria o famoso "Rota na rua". Vai sobrar para os imigrantes... Leia
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