| ||||||||||||||||||||||||||||||||||
|
Vacinas e novos medicamentos. Esses são os dois novos caminhos encontrados pelos médicos para combater o câncer. "Esses novos medicamentos podem ser comparados a mísseis teleguiados. São capazes de localizar e atingir apenas a célula cancerosa", diz Nise Yamaguchi, presidente da Sociedade Brasileira de Cancerologia (SBC), responsável pela organização do 3.º Congresso Internacional de Cancerologia e Imunobiomodulação (Icoi), que começa essa semana em São Paulo. A grande sensação desse congresso deverá ser a vacina anticâncer. A lógica dela é ensinar o sistema imunológico a reconhecer e combater somente células cancerosas. Ao contrário do que faz a quimioterapia e a radioterapia que atingem também as células sadias. O Brasil está avançado nesse etapa de combate ao câncer. Centros de estudos de três estados - Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo - vão apresentar resultados de trabalhos com vacinas que estão desenvolvendo. Embora ainda em fase inicial, os estudos são promissores. Em Minas, por exemplo, está sendo desenvolvida uma vacina contra câncer de pele. Em 32% dos pacientes vacinados o resultado foi positivo. Em São Paulo, a vacina contra o câncer de rim também vem obtendo sucesso. Em alguns casos a doença estabilizou-se, em outros regrediu e em um deles praticamente desapareceu. Os estudos são feitos pelo Departamento de Imunologia do Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade de São Paulo. Leia
mais Leia
também
|
| ||||||||||||||||||||||||||||||||