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Coloque uma moeda e, em vez de um refrigerante, sai um livro de bolso. Quem passar por estações do metrô Barra Funda ou Consolação poderá se deparar com uma das máquinas de livros, criadas por Fábio Bueno Netto, de 43 anos. Para ele, o produto faz parte de um "processo de inclusão", pois permite maior acesso à leitura. Foram dois anos e meio desde que teve a idéia de oferecer livros como se vende refrigerante até a concretização do projeto. Depois de adaptar as máquinas e buscar os livros baratos de várias editoras, ele começou as vendas numa estação com menos movimento, a São Joaquim, para testar o produto e os títulos. Atualmente, o equipamento está em seis estações da capital. Com venda mensal média de 250 volumes por máquina, Bueno Netto prepara a expansão da rede. Em cerca de duas semanas, o equipamento deve ir para o metrô do Rio. Diferentemente de outros produtos vendidos nas estações, a máquina de livros fica na plataforma, pertinho de quem espera o trem. Leia
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