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Basta chegar o fim de semana ou o primeiro dia das férias para os sintomas surgirem: enxaqueca, fadiga, dores musculares, resfriado, falta de energia e até náusea. É a síndrome do lazer. A nova doença atinge em cheio os trabalhadores compulsivos, também conhecidos como "workaholics". O mal-estar pode durar alguns dias. O remédio é um só: voltar a trabalhar. A síndrome do lazer é deflagrada pela mente. A doença é observada tanto em mulheres quanto em homens, geralmente perfeccionistas e estressados. Essas pessoas não conseguem relaxar, sentem-se culpadas por não estarem trabalhando e não esquecem o que têm para fazer. Trata-se de uma tensão muito desagradável. A pessoa sente ansiedade e tédio quando não está trabalhando. Para combatê-la, é necessário mudar a forma de encarar a vida e o trabalho. Os pacientes com síndrome de lazer devem procurar fazer psicoterapia e exercícios físicos, além de usar técnicas de relaxamento. A imensa maioria dos executivos brasileiros queixa-se de não ter tempo para cuidar da saúde física e psicológica. Vivem alarmados com o temor de sofrer um infarto ou um derrame, mas, mesmo assim, não consultam frequentemente os médicos. Para 76,5% deles, muitos de empresas que fazem a diferença no PIB brasileiro, estar com a família nos momentos de lazer é o melhor sinônimo de qualidade de vida. A decisão de mudar de atitude surge quando o indivíduo sofre algum baque - perde o emprego, é abandonado pela mulher, vê o filho às voltas com drogas. Leia mais Lazer
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