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Os dados constam da pesquisa sobre vitimização em São Paulo realizada pelo IFB (Instituto Futuro Brasil) na qual foram ouvidas mais de 20 mil pessoas, em 5.000 domicílios na cidade nos últimos 12 meses. Trata-se do levantamento mais abrangente do gênero já feito no Brasil. O economista Cláudio Haddad, presidente do IFB, disse que ele mesmo se mostrou surpreso com a quantidade de dinheiro falso que circula no Brasil. Ele atribui esse percentual expressivo à estabilização da economia, conquistada com o Plano Real. Antes da estabilização, Haddad diz que o normal era falsificar dólar, que era uma moeda estável. Agora, como a moeda no Brasil não perde mais o valor como no período da inflação, o real se tornou uma opção para os falsificadores. "A tendência natural é falsificar moeda estável", afirma Haddad. Leia
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