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O Ministro do Trabalho, Jacques Wagner, vem recebendo nas últimas semanas diversas denúncias sobre exploração do trabalho de estagiários. Segundo os documentos enviados, principalmente pelos Sindicatos dos Bancários, critica-se a postura de diversos bancos, que contratam universitários como mão-de-obra barata, sem dar qualquer qualificação profissional a esses jovens. É lastimável esse tipo de postura socialmente irresponsável no país, afinal não é de hoje que se diagnostica o problema nas mais diversas empresas. Não deixa de ser comum estagiários de escritórios de advocacia, sendo usados como contínuos, para ir buscar papéis e processos em fóruns. Algumas faculdades tentam preservar seus alunos dessa tipo de prática, como a Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, que avalia o estágio, certificando-se da importância da atividade. No entanto, o cuidado é tomado apenas aos estudantes do primeiro ano. Para tentar coibir a prática, o ministro anunciou que irá, ainda este mês, criar o Sistema de Atendimento à Juventude, que englobaria ações como Primeiro Emprego e trabalho como Aprendiz. Essa é mais uma tentativa do governo para fazer das empresas locais não apenas profissional, mas também educativos. Leia
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