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A pesquisa foi coordenada pela Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo (FSP-USP), em parceria com o Ministério da Saúde, a Organização Mundial da Saúde e o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). Os pesquisadores partiram de 3.265 atestados de óbito registrados em todas as capitais do País e no Distrito Federal. Em seguida, eles entrevistaram os parentes da vítima e analisaram prontuários para reconstruir a história médica de cada mulher. A professora Maria Helena Prado de Mello Jorge, da FSP-USP, explica que a faixa etária escolhida para o levantamento abrange a idade fértil feminina. O trabalho não deixou de investigar a mortalidade materna. Entram nesse grupo mortes que aconteceram em mulheres grávidas, durante o parto ou em até um ano depois, desde que a causa do óbito esteja relacionada à gestação. Dos 3.265 óbitos analisados, 115 eram por causas maternas. O que chamou a atenção dos pesquisadores foi o fato de 56,5% dos casos terem causas que poderiam ser prevenidas com pré-natal adequado. Leia
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