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É fato. Se as negociações entre o governo e as editoras não se concretizarem, mais de 33 milhões de estudantes do ensino público do país não terão livros para estudar no próximo ano. O ministério da Educação Não tem dinheiro para aumentar as verbas destinadas à distribuição de livros, enquanto as editoras alegam que podem quebrar se fizerem os livros tão abaixo do preço. Ou seja, enquanto um reclama de chantagem, o outro lado chora por mais financiamento. Em entrevista ao diário espanhol "El País" no começo da semana, o ministro da Educação, Cristovam Buarque, voltou a reclamar do orçamento apertado para sua pasta e disse que ainda é preciso elaborar o que é o "lulismo" no país. Leia
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