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Aulas de prevenção a aids e doenças sexualmente transmissíveis (DSTs) para crianças de 4 a 6 anos que estão na pré-escola. O que para alguns pode parecer o cúmulo da precocidade é a base de uma proposta que pela primeira vez está sendo discutida pelos Ministérios da Saúde e da Educação. O objetivo é a criação de uma política nacional de promoção à saúde nas escolas - que iria da educação infantil ao ensino médio. A iniciativa é da Coordenação Nacional de DST/Aids e segue novo modelo de política estimulado pela OMS, já aplicado no Canadá, na Holanda, na Dinamarca e em Cuba. Hoje, em Brasília, representantes das duas pastas se encontram na terceira reunião sobre a proposta. Há alguns anos especialistas vêm defendendo que prevenção a DSTs e aids e ao uso abusivo de álcool e outras drogas não pode se limitar à adolescência e deve ir além da abordagem específica desses assuntos. "Prevenção envolve o desenvolvimento, desde a infância, de competências para a vida (ou life skills, como diz a OMS) , como assertividade, auto-estima, capacidade de negociação, relações de gênero", diz a consultora do Ministério da Saúde, Marina Marcos Valadão. Leia
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