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Uma "constituição" que estabelece princípios e orienta a USP, a Unicamp e a Unesp na implantação de ações práticas de prevenção e combate ao consumo de bebidas alcoólicas e drogas dentro de seus campi e no tratamento de funcionários e alunos usuários. É essa a proposta da política sobre uso de álcool e drogas, apresentada hoje, na abertura do Dia de Alerta do Uso Excessivo de Álcool nas Universidades. O projeto sugere, por exemplo, que seja incluída no currículo de graduação uma disciplina sobre prevenção ao uso indevido de drogas e que sejam adotadas (e devidamente fiscalizadas) medidas de restrição à venda e ao consumo de álcool --na USP, a proibição existe, mas não é cumprida. Elaborado por pesquisadores das três universidades, o documento tem como principal objetivo universalizar a prevenção, envolvendo principalmente os não-usuários, que se consideram protegidos dos riscos das drogas e do álcool, mas estão mais próximos deles do que imaginam, afirma André Malbergier, do Grea (Grupo Interdisciplinar de Estudos do Álcool e Drogas da USP) e um dos coordenadores do projeto, financiado pela Fapesp. As universidades, diz Malbergier, são ambientes que facilitam o acesso às drogas e seu consumo - que tradicionalmente atinge o pico entre jovens de 18 a 25 anos. Leia
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