|
||||||||||||||||||||||||||||||||||
|
O assassinato do juiz Alexandre de Castro Filho, em Vila Velha (ES), reforçou a mobilização no Congresso pela votação do projeto de lei do Executivo que aumenta o período de confinamento a que podem ser submetido presos considerados perigosos. O juiz é a quarta pessoa morta desde que foi intensificado o combate ao crime organizado no Estado. A mudança permitiria um período maior, de 6 meses, prorrogáveis por mais 6 meses. Atualmente, o período de confinamento é de, no máximo, 30 dias. Há um esforço do presidente da Câmara, deputado João Paulo Cunha (PT-SP), e dos líderes partidários de votar ainda hoje o projeto no plenário. O líder do PT, Nelson Pelegrino (BA), decidiu apoiar o projeto, depois de resistir a ele durante anos, pois temia que a proposta ferisse os direitos dos presos. Mas, depois do assassinato de Castro Filho, admitiu que, com a escalada do crime organizado, "cada vez mais ousado", ela tem de ser aprovada. "O Estado não pode ficar refém do crime organizado. Quero ver quem vai ser contra o projeto." Leia
mais: Leia
também:
|
|
||||||||||||||||||||||||||||||||