|
||||||||||||||||||||||||||||||||||
|
Cansada dos bocejos em suas aulas de química, a professora Márcia Denise Lopes criou, na Escola Estadual Alves Cruz, na Vila Madalena, a "oficina do sabão". "Queria fazer uma ponte entre as fórmulas e a realidade", conta. A aula com jeito de brincadeira contagiou os alunos, seduzidos pela possibilidade de aprender química com os produtos que eles mesmos fabricam. Dali surgiu um laboratório para fazer os detergentes e sabonetes que limpam a escola; o que sobra eles levam para casa. "Já estamos planejando a produção de xampu", informa Márcia, uma engenheira química que, ao ficar desempregada, resolveu apostar na educação. Encontrou a sedução na magia da química. Além dos sabonetes, estimulou os alunos na arte da fotografia, levando-os a documentar o entorno da escola e a investigar a comunidade. O laboratório fotográfico, construído pelos próprios estudantes, serve de cenário para ensinamentos não só de química mas de física -além da discussão sobre a realidade social. Leia
mais: Leia
também: |
|
||||||||||||||||||||||||||||||||