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A reforma da Previdência do PT, que pretende estabelecer teto único para aposentadorias do setor privado e público e propõe ampliar de 27,5% para 35% a alíquota máxima está causando controvérsia. Divulgada ontem (24/11), ela inclui também uma redução na outra ponta, onde assalariados de menor renda começariam pagando apenas 5%, em vez dos atuais 15%. No caso do funcionalismo, servidores públicos também não poderão mais se aposentar com o último salário recebido. Ainda não existe um consenso, mas trabalhadores que ganham R$ 8 mil poderiam estar na faixa daqueles que pagarão 35% de imposto. Além disso, o esboço da reforma prevê o aumento no número de faixas para estabelecer um imposto progressivo. Outro item é uma maior generosidade nas deduções, para não sobrecarregar a classe média. Segundo a proposta, como o imposto seria progressivo, as faixas de R$ 2 mil a R$ 3 mil também teriam uma redução na cobrança. Estas faixas, porém, são responsáveis pelo grande núcleo da receita do governo com o IRPF. Mas uma das grandes críticas do PT ao formato atual do imposto de renda, porém, é o sistema das faixas. Segundo Ricardo Berzoini (PT-SP), representante do PT nas negociações sobre assuntos tributários, a idéia é eliminar distorções e evitar que os assalariados que ganham R$ 20 mil acabem pagando a mesma carga de imposto daqueles que recebem R$ 3 mil. Hoje, quem ganha mais de R$ 2 mil já paga a alíquota máxima de 27,5%. Leia
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