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A ministra de Minas e Energia, Dilma Rousseff, anunciou que ainda este ano os carros brasileiros poderão contar com uma arma contra os altos preços dos combustíveis. O motor multi-uso terá como objetivo principal conseguir funcionar à gás, gasolina ou álcool. Dessa forma, quando o motorista for abastecer, terá poder de barganha e ver qual o combustível mais barato para ele poder seguir viagem. Por trás dessa novidade, existe a preocupação do governo e das montadoras sobre a carência do petróleo nos próximos anos. Não é por acaso que testarão a nova tecnologia. Por outro lado, também tentarão dar um empurrão no uso do gás como combustíve popular. Até hoje marginal no Brasil, conquistando poucos motoristas, o gás é mais barato e menos nocivo ao ar. Além disso, o combustível existe em abundância no Brasil, que ainda possui reservas na Argentina e Bolívia. Leia
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O governo Bush e o Congresso estão dando a quase todos os programas de pobreza um empurrão definitivo no sentido de promover mudanças que vão afetar tudo, desde o Medicaid aos programas de assistência doméstica. Mas dois programas estão passando por exames detalhados: cupons de alimentação e merendas escolares. Defensores da reformulação
desses programas argumentam que ambos freqüentemente servem pessoas
que não precisam de ajuda, e que mesmo entre os que precisam de
ajuda, cupons de alimentação podem incitar a dependência.
Em 1981, o presidente Ronald Reagan propôs cortar porções de merenda e, numa atitude famosa, tentou fazer com que classificassem ketchup como vegetal. Ambas as idéias morreram depois de uma tempestade de protestos. (Ele obteve sucesso parcial na diminuição de subsídios para estudantes de classe média.) E um dos mais polêmicos artigos da lei de 1996, que reformulou o auxílio social - negando cupons de alimentação a imigrantes sem cidadania -, foi amplamente repelido no ano passado, com apoio da Casa Branca. Leia
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