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A mulher brasileira ainda é conservadora quando o assunto é investimento. Acredita mais na tradicional caderneta de poupança (48%) do que em ações (3%). A segunda opção são os fundos de previdência (13%), seguidos de imóveis (9%) e fundos de renda fixa (8%). As ações empatam com o dólar, mas ficam acima do ouro (2%) e dos fundos de ações (1%). Já 6% dos homens apostam em ações, mesmo porcentual para o dólar. Essas são algumas das conclusões da pesquisa Mulheres em Ação, encomendada ao Data Popular pela Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa), que será divulgada hoje em coquetel na Bovespa. A mulher brasileira também investe, por ordem, na educação dos filhos, na carreira e na aquisição de bens materiais. Tem uma visão menos romântica do futuro e atribui a si o papel de transformadora. Foram entrevistadas 1.500 pessoas (70% mulheres e 30% homens, para equilibrar a percepção que elas têm de si e eles têm delas), das classes A, B e C, com renda própria ainda que informal e idade de 28 anos a 65 anos em abril. Leia
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