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As mortes causadas por câncer cresceram 50% entre as mulheres e 33% entre os homens, de 1979 a 1999, aponta o Atlas de Mortalidade por Câncer no Brasil, lançado ontem pelo Instituto Nacional de Câncer (Inca), no Rio, no dia nacional de combate à doença. De 40 casos por grupo de 100 mil mulheres, no fim da década de 70, eram 60 em 1999; entre os homens, a taxa subiu de 60 para 80 a cada 100 mil pessoas. O tipo de tumor mais freqüente no País é o de pulmão - causado principalmente pelo fumo. É o líder nas estatísticas masculinas e o segundo no sexo feminino, atrás apenas do de mama. O salto no número de casos, explicam os autores do trabalho, deve-se paradoxalmente à melhoria nas condições médico-sanitárias - conseqüência da crescente urbanização -, que reduziram as mortes por moléstias infecto-parasitárias e elevaram a expectativa de vida da população, aumentando as mortes por doenças crônicas. Leia
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