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A responsabilidade social é o principal ativo de uma nova safra de fundos de investimento que chega às prateleiras dos bancos com a promessa de transformar a cidadania numa aplicação rentável. O conceito é simples: são fundos tradicionais, de perfil conservador, que destinam parte da rentabilidade ou usam os recursos relativos à taxa de administração para financiar projetos sociais. É o caso do Fundo Social Pró-Amem, com aplicação mínima de mil reais. Criado em março pelo Banco Santos, o produto - um fundo de renda fixa conservador - repassa uma fatia do rendimento para a Associação de Amigos do Menor para o Esporte Maior (Amem) e doa a taxa de administração (1,5% ao ano) cobrada dos investidores. Ao todo, R$ 1,8 milhão já foi investido no Pró-Amem. Segundo Raffi Dokuzian, diretor de gestão da Santos Asset Management, responsável pela administração do fundo, o objetivo é render 99% do CDI e o que exceder será encaminhado para a associação. O fundo deve fechar abril com uma rentabilidade de 1,89%, em linha com a média de mercado, rendendo 101% do CDI. Porém, é bom lembrar que como o que excede o CDI é repassado para o projeto, o investidor acaba perdendo em rentabilidade para os demais fundos do mercado. Leia
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