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Na França, a lei das 35 horas semanais de trabalho continua criando muita polêmica. Seus principais adversários, os dirigentes do Movimento dos Empresários, responsabilizam essa legislação, aprovada pelo governo socialista, por todos os males do país. O objetivo da lei Aubry (nome da ministra do Trabalho e dos Negócios Sociais da época) era aumentar o número de empregos de forma considerável com a redução do tempo de trabalho, mas essa meta está longe de ser alcançada. Segundo institutos econômicos franceses, o desemprego deve atingir, até o fim do ano, 10% da população ativa, contra 8,2 % há dois anos - quando a nova lei engatinhava, sem condições de produzir resultados. Leia
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