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Preocupados com a violência desde os atentados de 11 de setembro de 2001 às Torres Gêmeas em Nova York, os pais norte-americanos se juntaram para combater os brinquedos violentos. Eles estão convecidos que especialmente os videogames que permitem ao jogador matar levam as crianças e os jovens à uma atitude violenta. Com a proximidade do Natal, esse grupo fez uma lista de brinquedos que devem ser evitados e outra com brinquedos recomendados. Entre os 12 brinquedos considerados violentos estão games com cenas como uma casa de bonecas bombardeada, com móveis destruídos e buracos de bala nas paredes, além de um arsenal próprio composto de metralhadora, lança-foguetes e explosivos. Um videogame de corrida com acidentes horríveis. Um outro game no qual os jogadores podem roubar carros, matar pedestres e policiais, espancar mulheres com tacos de beisebol e sair com prostitutas para depois matá-las e pegar o dinheiro de volta. Quem quiser um Natal mais pacífico pode optar pelos brinquedos eletrônicos educativos, setor que mais cresce na indústria atualmente, superando os videogames em 34%. Um deles é um robô que ensina espanhol, francês, matemática e ainda dá lições de coordenação, equilíbrio e bons-modos. Resta saber se os pais conseguirão convencer seus filhos a trocar os games da moda pelos brinquedos educativos. Leia
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