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A indústria dos games para PCs vive em constante transformação, e quem trabalha nela sente na pele a loucura de atuar em um mercado tão cobiçado e que não segue as regras de um emprego convencional. Mas não pense que é fácil. A indústria dos games já passou a do cinema em faturamento, porém as grandes desenvolvedoras ficam fora do Brasil (nos EUA, principalmente). Em geral, a formação requerida para trabalhar com games é muito ampla, passando da biologia ao design e chegando à engenharia e à matemática (e até mesmo à aeronáutica). Porém, se o desenvolvimento de games envolve gente de todo o planeta e é feita lá fora, sobram por aqui tentativas de deslanchar uma indústria local. A Faculdade Anhembi Morumbi, em São Paulo, por exemplo possui um curso de extensão Web Design e Tecnologia, que permite capacitar o aluno a produzir games interativos com a ferramenta de desenvolvimento Flash utilizada em Internet, extranet ou distribuída em CD-Rom. No entanto, foi o Senac que criou uma iniciativa para dar um pontapé inicial na criação e desenvolvimento de games, o Gamee (Grupo Avançado de Multimídia e Entretenimento Eletrônico), que pesquisa a criação de um curso relacionado a jogos eletrônicos, inicialmente, como uma pós-graduação. Leia
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